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Condenado a 282 anos, Cabral traça estratégias para tentar deixar a cadeia após delatar Lula

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), por meio de seus advogados, já teria apresentado ao ministro do STF Edson Fachin argumentos a favor da soltura

Sérgio Cabral é condenado pela 13ª. (Foto: Reuters)

247 - Com penas que somam 282 anos de prisão, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) traça estratégias para deixar a cadeia, após fazer um acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, tentando envolver o ex-presidente Lula e seu filho Fábio Luís em crimes cometidos na Petrobrás.

O emedebista, por meio de seus advogados, já teria apresentado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin argumentos a favor da soltura, de acordo com informações do jornal o Globo.

O ex-chefe do Executivo fluminense teria afirmado que uma consequência natural da delação é o esvaziamento dos requisitos para a prisão preventiva, pois o colaborador mostra boa-fé e assume seus crimes.

A defesa do emedebista também tem alegado que Cabral corre risco de vida, sob o argumento de que, segundo a legislação, o delator tem direito de “cumprir pena ou prisão cautelar em estabelecimento penal diverso dos demais corréus ou condenados”.