Covas defende projeto atrasado e abandonou São Paulo, diz Boulos

O candidato do PSOL, Guilherme Boulos, afirma que representa um campo político amplo, de oposição, que quer derrotar um projeto atrasado e elitista que resultou em abandono da maior cidade do país

Guilherme Boulos
Guilherme Boulos (Foto: Reprodução)
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247 - Em entrevista, o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, aumenta as críticas à gestão do PSDB, que pretende a reeleição do prefeito Bruno Covas.

Boulos que tem conquistado amplos apoios dos partidos de esquerda e centro esquerda afirmou em entrevista aos jornalistas Joelmir Tavares e Carolina Linhares, que representa um campo político que quer mudanças para reverter o estado de abandono em que a gestão tucana deixou São Paulo. 

O líder de movimentos de moradia, que concorre pela segunda vez a um cargo que pertence a uma frente de oposição às gestões do PSDB na capital e no estado, assim como ao governo de extrema direita de Jair Bolsonaro. 

Boulos negou que seja inexperiente e radical, como seu adversário acusou, e defendeu a aliança com Lula e outros setores da esquerda. 

O candidato do PSOL disse que, se eleito, governará à base de diálogo com os movimentos sociais, de onde ele vem, e com a Câmara.

Sobre sua presença no segundo turno eleitoral da maior cidade do país, Boulos destaca que em 2018 "a eleição foi marcada por ódio e medo". Para ele, de lá para cá "muita gente foi percebendo em São Paulo e no Brasil a que o voto com ódio nos levou. Isso abriu espaço para que em 2020 as pessoas votassem com esperança".

Questionado sobre o que isso indica em relação às eleições presidenciais de 2022, BOulos afirma que está empenhado na construção de uma "frente pela justiça social e pela democracia". De acordo com ele, sua candidatura "já não é mais só do PSOL e dos partidos que estiveram com a gente no primeiro turno. Agora é de um campo amplo, que quer derrotar um projeto atrasado e elitista. 

Boulos reafirma o empenho pela união da esquerda e vou continuar trabalhando por isso.

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