Cristo Redentor homenageia a Palestina

A partir das 18 horas desta quinta-feira (28), o Cristo Redentor vestirá as cores da bandeira palestina, prestando um tributo à luta palestina pela soberania; 2018 também marca os 70 anos da "Nakba"; jornalista e colunista do Brasil 247 Lucia Helena Issa foi convidada, pela embaixada palestina no Brasil, para representar as mulheres brasileiras que lutam pela paz 

A partir das 18 horas desta quinta-feira (28), o Cristo Redentor vestirá as cores da bandeira palestina, prestando um tributo à luta palestina pela soberania; 2018 também marca os 70 anos da "Nakba"; jornalista e colunista do Brasil 247 Lucia Helena Issa foi convidada, pela embaixada palestina no Brasil, para representar as mulheres brasileiras que lutam pela paz 
A partir das 18 horas desta quinta-feira (28), o Cristo Redentor vestirá as cores da bandeira palestina, prestando um tributo à luta palestina pela soberania; 2018 também marca os 70 anos da "Nakba"; jornalista e colunista do Brasil 247 Lucia Helena Issa foi convidada, pela embaixada palestina no Brasil, para representar as mulheres brasileiras que lutam pela paz  (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Um dia histórico para o Rio de Janeiro e para os palestinos do mundo todo. A partir das 18 horas desta quinta feira (28), o Cristo Redentor, uma das Maravilhas do Mundo, vestirá as cores da bandeira palestina, prestando um tributo à luta palestina pela liberdade, pela soberania e pela paz. A data é significativa também porque em 2018 a "Nakba" completa 70 anos

O termo é usado pelos palestinos para se referir ao ano, 1948, em que mais de 800 mil palestinos foram expulsos de suas casas e terras pelo exército de Israel, transformando-se em refugiados perenes, sem o direito legal de retornar ao lugar em que nasceram.

A jornalista e colunista do Brasil 247 Lucia Helena Issa foi convidada, pela embaixada palestina no Brasil, para representar as mulheres brasileiras que lutam pela paz e estará hoje na cerimônia que acontecerá no alto do Cristo Redentor.

Os refefugiados pealestinos, filhos e netos dos que foram expulsos ou mortos em 1948, somam hoje mais de 6 milhões de pessoas, muitas ainda vivendo em campos de refugiados cono Burh Al Burajneh, Sabra e Shatila, no Líbano.

A luta dos palestinos por liberdade , pelo respeito à vida e pela paz é a luta de toda a humanidade.

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