Dançarino morreu com tiro de policial, diz inquérito

Inquérito realizado pela polícia aponta que o dançarino DG do programa da Rede Globo, Esquenta, foi morto por um tiro de um policial em uma favela da zona sul do Rio em abril do ano passado; segundo o documento, Douglas Rafael da Silva Pereira foi morto com apenas um tiro, que partiu da arma do soldado Walter Saldanha Corrêa Junior; laudo médico informou que o tiro disparado perfurou o pulmão e saiu pelo braço direito do dançarino; cinco policiais mentiram durante as investigações para proteger Walter

Inquérito realizado pela polícia aponta que o dançarino DG do programa da Rede Globo, Esquenta, foi morto por um tiro de um policial em uma favela da zona sul do Rio em abril do ano passado; segundo o documento, Douglas Rafael da Silva Pereira foi morto com apenas um tiro, que partiu da arma do soldado Walter Saldanha Corrêa Junior; laudo médico informou que o tiro disparado perfurou o pulmão e saiu pelo braço direito do dançarino; cinco policiais mentiram durante as investigações para proteger Walter
Inquérito realizado pela polícia aponta que o dançarino DG do programa da Rede Globo, Esquenta, foi morto por um tiro de um policial em uma favela da zona sul do Rio em abril do ano passado; segundo o documento, Douglas Rafael da Silva Pereira foi morto com apenas um tiro, que partiu da arma do soldado Walter Saldanha Corrêa Junior; laudo médico informou que o tiro disparado perfurou o pulmão e saiu pelo braço direito do dançarino; cinco policiais mentiram durante as investigações para proteger Walter (Foto: Leonardo Lucena)

Jornal do Brasil - Segundo um inquérito realizado pela polícia o dançarino DG do programa da Rede Globo, Esquenta, foi morto por um tiro de um policial em uma favela da zona sul do Rio em abril do ano passado. De acordo com o inquérito o jovem dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira foi morto com apenas um tiro, que partiu da arma do soldado Walter Saldanha Corrêa Junior. As informações serão entregues nesta quarta-feira (4) ao Ministério Público. O laudo médico informou que o tiro disparado perfurou o pulmão e saiu pelo braço direito do dançarino. Cinco policiais mentiram durante as investigações para proteger Walter.

Além de Walter outros seis policiais militares irão responder por crime praticado por funcionário público. São eles, Rafael D'Aguila do Nascimento, Alessandro Silva de Oliveira, Rodrigo dos Santos Bispo, Rodrigo Vasconcellos de Oliveira, Evandro dos Santos Dias e Eder Palinhas Ribeiro. Já outros dois policiais foram inocentados do caso.

O traficante Adauto do Nascimento Gonçalves, conhecido como Pitbull, junto com outros dois, Klenbison Eduardo Souza de Santana, o Duda Mel e Thiago Correa Dias, o Thiaguinho, foram indiciados por tentativa de homicídio, já que atiraram contra membros da Unidade de Polícia Pacificadora.

De acordo com a defesa dos policiais, eles estariam atrás do Pitbull, quando foram surpreendidos com tiros quando se aproximavam de uma quadra esportiva. O relatório da polícia informa que Walter atirou contra o dançarino quando este não oferecia nenhum risco, pois estava de costas para a avenida procurando lugar para se esconder. O policial comentou com amigos na mesma noite que acreditava ter acertado o "ganso" – nome dado a DG.

DG era dançarino do programa Esquenta havia quatro anos. Parentes e amigos disseram que o jovem foi visitar a filha na comunidade na época do ocorrido. 

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