Daniel Silveira e Rodrigo Amorim tiram de novo foto com placa de Marielle quebrada e apanham na internet

Deputados Daniel Silveira e Rodrigo Amorim posaram novamente para uma foto com a placa quebrada de uma mulher morta pelo crime organizado. O assunto foi ao TT. Veja as reações

www.brasil247.com - Deputados Daniel Silveira, Rodrigo Amorim e a ex-vereadora Marielle Franco
Deputados Daniel Silveira, Rodrigo Amorim e a ex-vereadora Marielle Franco (Foto: Reprodução | ABr)


247 - O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) e o deputado estadual pelo Rio de Janeiro Rodrigo Amorim (PSL) posaram novamente para uma foto com a placa da ex-vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) quebrada, na semana passada. No fundo da imagem, também enquadrados, estão um fuzil e um retrato do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os parlamentares haviam aparecido com o objeto quebrado nas eleições de 2018. Silveira visitou o gabinete do parlamentar estadual. A informação foi publicada nesta terça-feira (8) por Veja

Internautas não perdoaram e o nome de Daniel Silveira foi ao Trending Topic (tópico de tendência") do Twitter na manhã desta terça-feira (veja as reações a partir do subtítulo desta matéria).

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O deputado Daniel Silveira está preso desde fevereiro de 2021 por ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Eu e Silveira continuamos muito alinhados, tomando decisões em conjunto", disse Amorim, ao comentar a nova foto". 

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"Nunca nos arrependemos do gesto, mesmo criticado, porque sempre deixamos claro que a nossa questão era com o Psol, que explorava e ainda explora esse episódio lamentável do assassinato covarde da vereadora. Nosso gesto foi de restauração da ordem e está mais do que provado que, para as mulheres, a ordem é preferível ao caos", acrescentou.

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A então vereadora Marielle Franco foi assassinada pelo crime organizado em março de 2018. Ela era ativista de direitos humanos e tinha o seu mandato marcado por denúncias contra a violência policial nas favelas e também criticava a atuação de milícias. 

Dois acusados do crime foram presos. Um deles é Ronnie Lessa, que morava no mesmo condomínio de Jair e do vereador Carlos Bolsonaro no município do Rio. O outro foi Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos e que, segundo as investigações, dirigia o carro no momento do crime. Queiroz também chegou a aparecer em uma foto com Jair Bolsonaro, que teve o seu rosto cortado na imagem.

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Lessa também afirmou que o assassinato de Marielle teria sido intermediado pelo ex-capitão Adriano da Nóbrega, chefe Escritório do Crime, grupo de matadores profissionais do Rio. 

Nóbrega morreu durante um confronto com policiais na Bahia, em fevereiro de 2020. Tanto a mãe como a ex-mulher do policial trabalharam para o gabinete de Flávio Bolsonaro quando o atual senador ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

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Internet reage

Internautas foram ao Twitter repudiar a atitude dos parlamentares. "Continua brincando com fogo e tirando sarro da Democracia. A barbaridade não pode ser normalizada!", afirmou o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP).

"Até quando vão permitir que esses canalhas tripudiem a memória de uma vereadora barbaramente assassinada?", questionou a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS).

"Merecem o ostracismo", disse o PSOL. "Marielle é muito maior do que esses bandidos sequer sonharam ser".

"Não há limites para essa extrema direita canalha", escreveu o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP).

 

 

 

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