Delações premiadas de servidores da rachadinha assustam Bolsonaro

Servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estariam fazendo delações premiadas no MP-RJ sobre um esquema de lavagem de dinheiro, o que pode atingir em cheio a família Bolsonaro, principalmente, o atual senador Flávio Bolsonaro, ex-deputado estadual

(Foto: ABR)
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247 - Servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estariam fazendo delações premiadas no Ministério Público (MP-RJ) sobre a prática de “rachadinha” nos gabinetes. A informação foi publicada pela coluna de Ancelmo Gois. Trata-se de um esquema de corrupção que consiste em desviar parte dos salários de assessores, muitos deles fantasmas, e lavar dinheiro.

Em dezembro do ano passado, o MP-RJ realizou mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ex-assessores do atual senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), incluindo Fabrício Queiroz. 

O ex-assessor do parlamentar Está envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro que ocorria na Alerj quando o filho de Jair Bolsonaro era deputado estadua. Queiroz movimentou R$ 7 mihões em de 2014 a 2017, de acordo com relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Em depoimento por escrito ao MP-RJ, em março do ano passado, Queiroz afirmou que fazia o "gerenciamento" de valores recebidos por servidores do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro e coordenava "os trabalhos e demandas" com o objetivo de expandir as redes de contato e de colaboradores do parlamentar.

O grupo é suspeito de praticar “rachadinha” no gabinete de Flávio, que na época era deputado estadual no Rio. 

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