Desdobramento da Lava Jato prende duas pessoas no Rio

A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira 14 dois nomes importantes das administrações do PMDB no governo do Rio: Heitor Lopes de Sousa Junior, diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro (Rio Trilhos) e Luiz Carlos Velloso, que foi subsecretário de Transporte do Rio no governo de Sérgio Cabral e atual subsecretário de Turismo; a investigação é mais um desdobramento da Operação Lava Jato e mira corrupção e pagamento de propina em contratos da linha 4 do Metrô

A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira 14 dois nomes importantes das administrações do PMDB no governo do Rio: Heitor Lopes de Sousa Junior, diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro (Rio Trilhos) e Luiz Carlos Velloso, que foi subsecretário de Transporte do Rio no governo de Sérgio Cabral e atual subsecretário de Turismo; a investigação é mais um desdobramento da Operação Lava Jato e mira corrupção e pagamento de propina em contratos da linha 4 do Metrô
A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira 14 dois nomes importantes das administrações do PMDB no governo do Rio: Heitor Lopes de Sousa Junior, diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro (Rio Trilhos) e Luiz Carlos Velloso, que foi subsecretário de Transporte do Rio no governo de Sérgio Cabral e atual subsecretário de Turismo; a investigação é mais um desdobramento da Operação Lava Jato e mira corrupção e pagamento de propina em contratos da linha 4 do Metrô (Foto: Giuliana Miranda)

Rio 247 - A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira 14, mandados de prisão contra dois nomes importantes das administrações do PMDB no governo do Rio: Heitor Lopes de Sousa Junior, diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro (Rio Trilhos) e Luiz Carlos Velloso, que foi subsecretário de Transporte do Rio no governo de Sérgio Cabral e é o atual subsecretário de Turismo.

A investigação é mais um desdobramento da Operação Lava Jato e mira corrupção e pagamento de propina em contratos da linha 4 do Metrô, segundo informações da reportagem do G1

Segundo acordo de leniência de executivos da Carioca Engenharia, Heitor Lopes recebia propina no canteiro de obras em dinheiro vivo. Ele era sócio de duas empresas que prestavam serviço para a construção.

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