HOME > Sudeste

Diferença entre Haddad e França sobe para 13 pontos e entre França e Tarcísio cai para sete pontos

Números colocam pressão sobre o candidato do PSB, que pode eventualmente sair da disputa e concorrer ao Senado

Diferença entre Haddad e França sobe para 13 pontos e entre França e Tarcísio cai para sete pontos (Foto: ABr)
Selo Fonte Preferida no Google do Brasil 247

247 - Dados da pesquisa Quaest/Modal feita no estado de São Paulo e divulgados nesta quinta-feira (12) mostram que a diferença entre o pré-candidato do PT ao governo paulista, Fernando Haddad, e do PSB, Márcio França, subiu para 13 pontos. Já a diferença entre França e Tarcísio de Freitas, candidato do Republicanos apoiado por Jair Bolsonaro, caiu para sete pontos.

Haddad lidera hoje a disputa ao Palácio dos Bandeirantes com 30% das intenções de voto, seguido por França, com 17%, enquanto Tarcísio aparece com 10% e Rodrigo Garcia (PSDB), com 5%. 

Na pesquisa de março, há dois meses, Haddad registrava 24 pontos - um crescimento de seis pontos no período. Já França caiu um ponto, de 18 em março para 17 na pesquisa atual. O ex-ministro da Infraestrutura de Bolsonaro registrava 9 pontos em março.

Sem França, Haddad vence no primeiro turno

O levantamento também mostra que Haddad tem chances de vencer no primeiro turno caso o ex-governador Márcio França saia da disputa.

Em um cenário sem França, o pré-candidato do PT chega a 37% das intenções de voto, seguido por Tarcísio (12%), o governador candidato à reeleição Rodrigo Garcia (8%), Felicio Ramuth (2%) e Vinicius Poit (2%). Brancos e nulos somam 26% e indecisos, 14%.

Em outro cenário sem o ex-governador, Haddad tem 39% dos votos, seguido por Tarcísio de Freitas (14%) e Rodrigo Garcia (9%). Brancos e nulos somam 25% e indecisos, 13%.

Os dados foram coletados entre os dias 6 e 9 de maio por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,5 pontos para mais ou para menos e o nível de confiabilidade é de 95%. A pesquisa foi protocolada sob SP-00620/2022 e BR-09290/2022.

Confira a íntegra da pesquisa de maio em São Paulo: