Documentos mostram que campo minado ativo espera Lewis Hamilton e trupe da F1 em Deodoro

Em reportagem exclusiva, a Agência Sportlight denuncia o risco que a Fórmula 1 corre com a construção do novo autódromo do Rio de Janeiro em Deodoro, em terreno onde foram encontrados "167.000 artefatos e estilhaços de granadas e explosivos"

Autódromo de Deodoro e Jair Bolsonaro
Autódromo de Deodoro e Jair Bolsonaro (Foto: Divulgação / Agência Brasil)

247 - Documentos obtidos com exclusividade pela Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo através da Lei de Acesso à Informação revelam que o terreno conhecido como "Camboatá", em Deodoro, local escolhido pelo governo de Jair Bolsonaro para construção do novo autódromo do Rio de Janeiro, citam um impressionante número de "167.000 (cento e sessenta e sete mil) artefatos e estilhaços de granadas e explosivos" localizados e neutralizados no período de 2014 e 2015.

A reportagem diz que "nem mesmo a operação de descontaminação mecanizada e manual" realizada pelo 1º Batalhão de Engenharia de Combate (RJ) em 2014 e 2015, quando se realizou a detecção, varredura, limpeza e neutralização de artefatos é capaz de assegurar risco zero e total ausência de tais artefatos".

A revelação que pode colocar o circo da Fórmula 1 em risco vem em três linhas sem maior destaque em meio ao relatório: "em decorrência de limitação do material e da técnica necessária para execução da tarefa, a varredura não foi realizada em todo o terreno."

Leia a íntegra da reportagem da Sportlight

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