Dornelles: a situação é trágica no Estado do Rio

Governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles diz esperar a liberação do empréstimo de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, negociada há quase dois meses, e garante que o judiciário será pago esta semana, com dinheiro da arrecadação; “Não teríamos como pagar ao funcionalismo hoje. Agora, no dia 10, a arrecadação já terá efeitos do aumento de alíquotas”; ‘A situação é trágica. Nunca vi nada igual no Brasil nem no estado. Eu tenho a impressão de que Pezão resistiu um pouco a pedir um aumento de impostos’, disse 

Governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles diz esperar a liberação do empréstimo de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, negociada há quase dois meses, e garante que o judiciário será pago esta semana, com dinheiro da arrecadação; “Não teríamos como pagar ao funcionalismo hoje. Agora, no dia 10, a arrecadação já terá efeitos do aumento de alíquotas”; ‘A situação é trágica. Nunca vi nada igual no Brasil nem no estado. Eu tenho a impressão de que Pezão resistiu um pouco a pedir um aumento de impostos’, disse 
Governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles diz esperar a liberação do empréstimo de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, negociada há quase dois meses, e garante que o judiciário será pago esta semana, com dinheiro da arrecadação; “Não teríamos como pagar ao funcionalismo hoje. Agora, no dia 10, a arrecadação já terá efeitos do aumento de alíquotas”; ‘A situação é trágica. Nunca vi nada igual no Brasil nem no estado. Eu tenho a impressão de que Pezão resistiu um pouco a pedir um aumento de impostos’, disse  (Foto: Roberta Namour)

247 - Governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles disse considerar trágica a situação das finanças do estado. Em entrevista ao Globo, ele afirma esperar a liberação do empréstimo de R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, negociada há quase dois meses, e garante que o judiciário será pago esta semana, com dinheiro da arrecadação: “Não teríamos como pagar ao funcionalismo hoje. Agora, no dia 10, a arrecadação já terá efeitos do aumento de alíquotas”.

“A situação é trágica. Nunca vi nada igual no Brasil nem no estado. E nós temos que atuar agora junto ao governo federal, defendendo uma política de desenvolvimento, de concessão de serviços públicos. Examinar se há alguma coisa a privatizar. No ramo imobiliário, ver se há algo a vender”, afirmou.

Para ele, Pezão resistiu um pouco a pedir aumento de impostos. “E só pediu quando viu que não havia outro caminho. Tanto que só a partir de abril vamos receber receitas adicionais que a gente poderia ter desde janeiro”, disse (leia aqui).

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