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Em ato esvaziado, bolsonaristas criticam Lula e ministros no Rio

Manifestação em Copacabana reúne aliados do PL, tem ataques a Paes, defesa de anistia e críticas ao STF e ao governo federal

Em ato esvaziado, bolsonaristas criticam Lula e ministros no Rio (Foto: Reprodução/X)

247 - Manifestantes alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniram na manhã deste domingo (1/3) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em um ato com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do jornal O Globo, que classificou a manifestação como esvaziada.

Intitulada “Acorda Brasil”, a mobilização foi convocada nacionalmente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que participou do ato realizado na Avenida Paulista, em São Paulo. No Rio, estiveram presentes parlamentares do PL como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Altineu Côrtes, General Pazuello e o senador Carlos Portinho.

No trio elétrico, manifestantes também ironizaram o rebaixamento da escola Acadêmicos de Niterói, cujo desfile em homenagem a Lula foi alvo de ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por parte da oposição, sob alegação de campanha antecipada. Ruas acrescentou: "Vamos enfrentar o crime organizado com toda a força do estado, e não vamos permitir que zombem, sambem e aplaudam um ataque à família. A família é nosso projeto, a base das pessoa de bem. Vamos juntos rumo a vitória".

O protesto começou por volta das 11h15. Um dos primeiros a discursar foi Portinho, líder do PL no Senado, que declarou: "O nosso propósito maior, com todos os sacrifícios que forem necessários, é eleger Flávio. Nosso propósito é 'fora, Lula'. Chega desse governo de perseguição política. Nós precisamos pacificar o país e o devolver à ordem e ao progresso".

Em seguida, Jordy criticou ministros do Supremo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). "Quando nós falamos 'fora, Lula, Moraes e Toffoli', é porque queremos Bolsonaro livre. Hoje temos um presidente do Congresso frouxo, que se chama Davi Alcolumbre, por isso tivemos que aceitar a dosimetria", afirmou, em referência ao projeto que propõe reduzir penas de condenados pelos atos golpistas.

Também estiveram presentes o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União), pré-candidato ao Senado, enquanto o governador Cláudio Castro (PL), cotado para disputar a outra vaga, não compareceu. Ao convocar o ato, Nikolas Ferreira havia indicado que o foco seria o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”, mas, diante de divergências internas no PL, os organizadores também passaram a incluir pedidos de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.