Em grave crise financeira, UeRJ pede socorro

Em uma quadra esportiva ao lado da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) foi possível encontrar a mensagem "SOS UERJ", um apelo para a grave situação financeira da universidade; o início das aulas foi adiado duas vezes em consequência da crise no Estado do Rio e da falta de repasses para a instituição; as aulas estão previstas para recomeçarem no dia 30 de janeiro; a piscina da universidade está aparentemente abandonada, um perigo à proliferação de focos do Aedes Aegypti, que transmite doenças como a dengue, zika e chikungunya

Em uma quadra esportiva ao lado da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) foi possível encontrar a mensagem "SOS UERJ", um apelo para a grave situação financeira da universidade; o início das aulas foi adiado duas vezes em consequência da crise no Estado do Rio e da falta de repasses para a instituição; as aulas estão previstas para recomeçarem no dia 30 de janeiro; a piscina da universidade está aparentemente abandonada, um perigo à proliferação de focos do Aedes Aegypti, que transmite doenças como a dengue, zika e chikungunya
Em uma quadra esportiva ao lado da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) foi possível encontrar a mensagem "SOS UERJ", um apelo para a grave situação financeira da universidade; o início das aulas foi adiado duas vezes em consequência da crise no Estado do Rio e da falta de repasses para a instituição; as aulas estão previstas para recomeçarem no dia 30 de janeiro; a piscina da universidade está aparentemente abandonada, um perigo à proliferação de focos do Aedes Aegypti, que transmite doenças como a dengue, zika e chikungunya (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - "SOS UERJ". Esse é o apelo que consta em uma quadra esportiva ao lado da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), am grave situação financeira. O início das aulas foi adiado duas vezes em consequência da crise no Estado do Rio de Janeiro e da falta de repasses para a instituição. As aulas estão previstas para recomeçarem no dia 30 de janeiro. Em uma assembleia, os professores mantiveram o estado de greve. Isso indica que os profissionais de educação podem parar a qualquer momento.

“Se as condições permanecerem no estado que estão, fica muito difícil manter a universidade funcionando como ela deve. Nós temos que receber 27 mil alunos. Destes, 9 mil são alunos do sistema de cotas que ainda não receberam a bolsa-permanência. Como eles virão à universidade? Como irão se alimentar, sem o bandejão? A assembleia docente então, por prudência, optou por manter o estado de greve. O que não significa que os docentes estejam em greve. Estão aguardando uma manifestação por parte do governo para que as condições sejam restabelecidas”, explicou Tânia Neto subreitora de graduação da Uerj. Seu relato foi publicado no G1.

O bandejão da instituição, onde muitos estudantes se alimentam, está fechado desde a semana passada, porque a empresa que fornece os alimentos está sem receber o repasse do governo estadual. A dívida de mais de R$ 2 milhões. A empresa que faz a limpeza do prédio também está sem receber, com uma dívida de mais de R$ 3 milhões.

Os servidores técnicos da instituição estão em greve desde o dia 16 de janeiro. “Nós estamos passando uma dificuldade muito grande com relação a ter dinheiro para alimentação, transporte, compra de medicação e estamos em uma greve que o governo nos empurrou. Nós queremos trabalhar”, explicou Antônio Virgínio Fernandes, do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades do RJ.

A piscina da universidade está aparentemente abandonada, um perigo à proliferação de focos do Aedes Aegypti, que transmite doenças como a dengue, zika e chikungunya. A assessoria da instituição afirma que os espaços do campus são permanentemente monitorados.

Em nota, a Secretaria Estadual de Fazenda afirmou que a prioridade é pagar os servidores e que não há prazo para pagar os fornecedores da Uerj.

 

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