Empresários de Minas reagem a apoio da Fiemg a Bolsonaro e lançam manifesto em apoio às instituições

O manifesto, que já conta com 200 assinaturas, defende as instituições brasileiras, o Estado de Direito e a democracia. Assinam a peça pesos pesados da economia de Minas, como os representantes da Localiza, rede Pitágoras, Drogarias Araújo, o ex-presidente da Fiat Chrysler Automobiles entre outros empresários

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado | Reprodução)


247 - Horas após o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, divulgar documento golpista com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), questionando decisões dos ministros, defendendo sites investigados pela divulgação de fake news e a liberdade de expressão de políticos presos por ataques à Corte, um grupo de mais de 200 empresários e executivos mineiros divulgou documento nesta quarta-feira (1) nomeado “Segundo Manifesto dos Mineiros”.

De acordo com reportagem do jornal Estado de S.Paulo, a peça defende as instituições brasileiras, o Estado de Direito e a democracia, em contraponto às considerações de Roscoe, feitas também nesta quarta. O empresário é próximo de Jair Bolsonaro.

O novo Manifesto dos Mineiros faz alusão ao documento assinado por lideranças estaduais, em 1943, que exigia o fim do Estado Novo e a redemocratização do Brasil. Na época, a carta aberta abriu caminho para o surgimento de diversas outras, contribuindo para um clima político que levou à deposição de Getúlio Vargas (1882-1954), em 1945.

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Segundo a reportagem, assinam o documento pesos pesados da economia de Minas Gerais como o empresário Salim Mattar, presidente da Localiza, ex-secretário de Desestatização do governo Bolsonaro, e amigo pessoal do ministro Paulo Guedes (Economia); Cledorvino Belini (ex-presidente da Fiat Chrysler Automobiles); Henrique Moraes Salvador Silva e José Henrique Dias Salvador (Rede Mater Dei); Modesto Carvalho de Araújo Neto (Drogaria Araújo); Evandro Neiva (Grupo Pitágoras); Nadim Donato Filho (Sindilojas); e José Anchieta da Silva (ACMinas). A peça já conta com mais de 200 assinaturas de empresários e executivos mineiros.

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