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Sudeste

“Eu sou Dilma, não vou cuspir no prato que comi”

Governador do Rio culpou o PT pelo movimento "Aezão", no PMDB-RJ, por parte de dissidentes que querem apoiar a candidatura do tucano Aécio Neves, e não da presidente Dilma Rousseff; já ele, Luiz Fernando Pezão, diz que apoiará a petista; "Esse movimento Aezão existe dentro do PMDB. O PT foi culpado desse movimento. Eu sou Dilma, não vou cuspir no prato que comemos por sete anos e cinco meses. Vou trabalhar pela presidente"; prefeito Eduardo Paes também defendeu Dilma e criticou aliança entre PMDB e DEM no estado, que abre palanque para o PSDB de Aécio; "Não é uma boa solução para o Rio", afirma

Gov Pezao participa da reunião de secretariado municipal com o pref Paes 06-04-2014 foto Eny Miranda (Foto: Gisele Federicce)
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Rio 247 – O pré-candidato do PMDB ao governo do Rio, Luiz Fernando Pezão, reiterou nesta quinta-feira 26 seu apoio à presidente Dilma Rousseff. "Eu sou Dilma, vou trabalhar pela presidente", afirmou o governador, que cumpriu agenda hoje com o prefeito Eduardo Paes (PMDB). Os dois cumpriram agendas juntos em comunidades da Maré.

Pezão também culpou o PT pelo movimento chamado de "Aezão", formado por dissidentes do PMDB-RJ que querem apoiar a candidatura do senador Aécio Neves, do PSDB, e não da presidente Dilma. Os peemedebistas exigiam apoio a Pezão, mas o PT lançou a candidatura do senador Lindbergh Farias no estado.

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"Esse movimento Aezão existe dentro do PMDB. O PT foi culpado desse movimento. Eu sou Dilma, não vou cuspir no prato que comemos por sete anos e cinco meses. Vou trabalhar pela presidente", disse o governador. Apesar do discurso, o governador disse que também abrirá palanque para Aécio, conforme decidiu o diretório fluminense de seu partido.

Eduardo Paes também defendeu a presidente e aproveitou para voltar a criticar a aliança firmada entre o PMDB e o DEM, que abre palanque para o PSDB de Aécio. O ex-governador Sérgio Cabral desistiu de disputar o Senado e cedeu a vaga ao ex-prefeito Cesar Maia (DEM), que não recebe o apoio de Paes. O prefeito já havia chamado a união de "bacanal eleitoral".

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"Minha posição não mudou. Voto em Dilma e Pezão. Acho que temos no Rio um processo de recuperação iniciado por Cabral, que reverteu uma situação de abandono de muitos anos. Não gosto da aliança do PMDB (com Maia) e acho importante me posicionar. Acho que essa não é uma boa solução para o Rio, mas foi o PT quem rompeu primeiro a nossa aliança", disse.

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