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Ex-tenente-coronel Cláudio Oliveira nega participação na morte de Patrícia Acioli

Ele ainda negou relao com o tenente Benitez, que admitiu ter envolvimento no caso; e afirmou tambm, que quando soube que a arma usada no crime poderia ter partido de seu batalho, colocou a unidade disposio dos investigadores

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Durante a audiência de instrução sobre o caso do assassinato da juíza Patrícia Acioli, no Fórum de Niterói, região metropolitana do Rio, o ex-tenente-coronel Cláudio Luiz Oliveira negou qualquer participação no crime. Ele era comandante do Batalhão de São Gonçalo (7º BPM).

Segundo o ex-tenente, ele afirmou que sempre manteve uma relação cordial com a juíza e só a procurou quando dois policiais foram presos pela morte de duas pessoas em confronto com a polícia.

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Ele afirmou que, quando soube que a munição usada no crime poderia ter partido do Batalhão de São Gonçalo (7º BPM), colocou a unidade à disposição dos investigadores da DH (Divisão de Homicídios), incluindo as câmeras de segurança.

Ele ainda negou que soubesse onde o tenente Benitez morava. Porém, uma investigação da Polícia Federal mostrou que ele tem um depósito de gás no morro São José Operário, em Jacarepaguá, zona oeste. Sendo que, a comunidade fica no mesmo bairro onde mora o tenente Benitez. Além disso, uma das armas usadas para matar a magistrada foi encontrada pela PF no mesmo local.

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O Juiz Peterson Barroso Simão, titular da 3ª Vara Criminal, que preside a audiência, perguntou se ele tinha conhecimento de algum plano para matar a magistrada, mas, novamente, o tenente-coronel negou.

- Se tivesse conhecimento de qualquer irregularidade por parte dos integrantes do GAT (Grupamento de Ações Táticas) eu os teria punido, como fiz com vários outros.

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A respeito da escolta da juíza Patrícia Acioli, o tenente-coronel Cláudio afirmou que sempre atendeu às solicitações da magistrada. Ele lembrou que em um dos casos, quando houve uma briga envolvendo Patricia Acioli, o PM Marcelo Poubel e um agente penitenciário, ele chegou a mandar policiais para a casa da magistrada.

 

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