Filha de Fux tem dois apartamentos no Leblon e recebe auxílio-moradia

Segundo o site BuzzFeed, Marianna Fux, desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, recebe mensalmente auxílio-moradia de R$ 4.300, ao mesmo tempo que tem dois apartamentos no Leblon, que, por baixo, valem R$ 2 milhões; em dezembro de 2017, o ministro do STF Luiz Fux negou pedido de suspensão de pagamento de auxílio-moradia a juízes que moram na mesma cidade em que estão lotados

Segundo o site BuzzFeed, Marianna Fux, desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, recebe mensalmente auxílio-moradia de R$ 4.300, ao mesmo tempo que tem dois apartamentos no Leblon, que, por baixo, valem R$ 2 milhões; em dezembro de 2017, o ministro do STF Luiz Fux negou pedido de suspensão de pagamento de auxílio-moradia a juízes que moram na mesma cidade em que estão lotados
Segundo o site BuzzFeed, Marianna Fux, desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, recebe mensalmente auxílio-moradia de R$ 4.300, ao mesmo tempo que tem dois apartamentos no Leblon, que, por baixo, valem R$ 2 milhões; em dezembro de 2017, o ministro do STF Luiz Fux negou pedido de suspensão de pagamento de auxílio-moradia a juízes que moram na mesma cidade em que estão lotados (Foto: Gisele Federicce)

247 - Uma reportagem de Filipe Coutinho, do BuzzFeed News, aponta que Marianna Fux, desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, recebe mensalmente auxílio-moradia de R$ 4.300, ao mesmo tempo que tem dois apartamentos no Leblon, que, por baixo, valem R$ 2 milhões.

Marianna é filha do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, relator na corte de uma ação que há quase quatro anos está parada para julgar a legalidade desse benefício aos magistrados. Marianna Fux diz que recebe o valor de acordo com as regras do CNJ.

"Aos 37 anos, Marianna é conhecida pelo sobrenome famoso e pela rápida ascensão no judiciário. De discreta advogada, ela deu um salto na carreira ao tomar posse aos 35 anos como desembargadora do tribunal do Rio, na vaga reservada à advocacia", escreve Filipe.

Numa decisão proferida em dezembro de 2017, Fux negou pedido de suspensão de pagamento de auxílio-moradia a juízes que moram na mesma cidade em que estão lotados.

Leia aqui a íntegra.

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