Filho de Bolsonaro também cuspiu em Jean Wyllys

O episódio do cuspe do deputado federal Jean Wyllys(PSOL-RJ) no colega de estado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) continuam rendendo polêmicas. Um novo vídeo divulgado mostra, por outro ângulo, o momento em que o filho de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), cospe em direção a Wyllys; o parlamentar que estava próximo ao pai - e trajava um terno azul -, caminhou alguns passos para frente para poder acertar o colega de Câmara quando ele passava

O episódio do cuspe do deputado federal Jean Wyllys(PSOL-RJ) no colega de estado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) continuam rendendo polêmicas. Um novo vídeo divulgado mostra, por outro ângulo, o momento em que o filho de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), cospe em direção a Wyllys; o parlamentar que estava próximo ao pai - e trajava um terno azul -, caminhou alguns passos para frente para poder acertar o colega de Câmara quando ele passava
O episódio do cuspe do deputado federal Jean Wyllys(PSOL-RJ) no colega de estado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) continuam rendendo polêmicas. Um novo vídeo divulgado mostra, por outro ângulo, o momento em que o filho de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), cospe em direção a Wyllys; o parlamentar que estava próximo ao pai - e trajava um terno azul -, caminhou alguns passos para frente para poder acertar o colega de Câmara quando ele passava (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O episódio do cuspe do deputado federal Jean Wyllys(PSOL-RJ) no colega de estado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) continuam rendendo polêmicas. Um novo vídeo divulgado nesta terça-feira (19), mostra, por outro ângulo, o momento em que o filho de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), cospe em direção a Wyllys. O parlamentar que estava próximo ao pai - e trajava um terno azul -, caminhou alguns passos para frente para poder acertar o colega de Câmara quando ele passava. 

O deputado Eduardo postou nesta segunda-feira um vídeo em que afirma que, apesar de não concordar com várias coisas que foram ditas durante a sessão, não seria capaz de cuspir em um colega. 

Veja o vídeo:

 

Wyllys postou assumiu, pelo Facebook, afirmou que o cuspe foi uma maneira de reagir a provocações que teria recebido. “Depois de anunciar o meu voto não ao golpe de estado de Cunha, Temer e a oposição de direita, o deputado fascista viúva da ditadura me insultou, gritando "veado", "queima-rosca", "boiola" e outras ofensas homofóbicas e tentou agarrar meu braço violentamente na saída. Eu reagi cuspindo no fascista. Não vou negar e nem me envergonhar disso”, disse.

O deputado Jair Bolsonaro comentou que gritou “canalha” e disse “tchau, querida” quando Wyllys passou. Em nome do parlamentar, o PSC Nacional vai encaminhar, até a próxima semana, ao Conselho de Ética da Câmara representação contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) que, na votação do impeachment da presidenta Dilma, cuspiu na cara do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). E expectativa não é pela cassação de Wyllys, mas a sigla espera “alguma reprimenda” por considerar que o parlamentar não teve “comportamento adequado”.

Psol e OAB-RJ miram Bolsonaro

A bancada do Psol na Câmara dos Deputados informou que resolveu denunciar Jair Bolsonaro (PSC) ao Ministério Público (MP) por incitação ao crime. No domingo (17), ao votar a favor do impeachment, o parlamentar exaltou a ditadura e elogiou Carlos Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi de São Paulo.

Ustra é apontado como responsável por ao menos 60 mortes e desaparecimentos em SP durante a ditadura e foi denunciado por mais de 500 casos de tortura cometidos nas dependências do Doi-Codi entre 1970 e 1974. "Não podemos naturalizar esse tipo de violência histórica, apologia e exaltação de um criminoso. É uma vergonha internacional", disse deputado Chico Alencar (PSOL-SP), conforme o Globo.

Também pelo fato de Bolsonaro ter exaltado o ex-chefe do DOi-CODi, o presidente da OAB/RJ, Felipe Santa Cruz, afirmou que a Seccional recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) e, se necessário, à Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, para pedir a cassação do mandato do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ). Para Felipe, há limites na imunidade parlamentar e trata-se de um caso de discurso de ódio.

“A imunidade é uma garantia constitucional fundamental à independência do parlamento, mas não pode servir de escudo à disseminação do ódio e do preconceito. Houve apologia a uma figura que cometeu tortura e também desrespeito à imagem da própria presidente. Além de uma falta ética, que deve ser apreciada pelo Conselho de Ética da Câmara, é preciso que o STF julgue também o crime de ódio”. 

Confira o voto de Bolsonaro:

 

 

 

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