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Flávio diz que Tarcísio coordenará campanha em SP

Senador afirma que governador se ofereceu para atuar como coordenador e defende afastamento de ministros que tenham cometido crime

Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro (Foto: Pablo Jacob /Governo do Estado de SP | Jefferson Rudy/Agência Senado)

247 - O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se ofereceu para coordenar sua campanha no estado. A declaração foi dada após encontro no Palácio dos Bandeirantes e divulgada pela Folha de S.Paulo. Segundo o parlamentar, o compromisso foi firmado ainda pela manhã, durante reunião entre os dois líderes políticos.

De acordo com Flávio, o governador teria afirmado: “Deixa comigo, eu vou ser o seu coordenador, a pessoa ao seu lado, não se preocupe com São Paulo”. O senador acrescentou que a escolha do candidato a vice em eventual chapa encabeçada por Tarcísio é uma decisão pessoal do governador. O PL tem pressionado pela indicação do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado André do Prado (PL).

Após o encontro, ficou definido que haverá um grande evento em 30 de março, na capital paulista, reunindo lideranças políticas do estado para definir os pré-candidatos. Mais cedo, em agenda na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Flávio participou de homenagem ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que é investigado no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado.

Questionado sobre o protesto bolsonarista marcado para domingo (1º) na avenida Paulista, o senador reconheceu como válida a pauta “fora Toffoli”. Indagado se é favorável ao impeachment do ministro Dias Toffoli, respondeu: “Eu assino o impeachment de todo mundo, assino CPI de tudo. Sou a favor [do impeachment] de todo ministro que tenha cometido crime”. E acrescentou: “Mas as coisas não andam. Foi uma coisa que eu falei lá atrás, que se não houvesse contenção por parte do Supremo, esse era um assunto que o eleitor iria cobrar”.

Na Alesp, Flávio afirmou que a democracia “tem alguns defeitos, mas é o melhor sistema” e declarou que apenas “quem já passou pelo crivo da urna tem legitimidade para tomar decisões pela população”. Ele também disse que este é “o momento mais importante pelos próximos 50 anos”, pois o país precisará decidir se seguirá “o caminho da prosperidade” com ele ou se continuará no atual cenário.