Fotos íntimas de Carolina Dieckmann ainda estão no Google

Empresa diz que retirada do contedo depende de cada site

Os advogados da atriz Carolina Dieckmann comemoram que o Google tenha resolvido tirar as fotos íntimas dela do resultado de suas buscas. O problema, no entanto, não está totalmente resolvido. Ainda é possível encontrar os arquivos facilmente através do serviço Google Imagens. “Já temos a informação técnica de que o Google começou a retirar as fotos. Sabemos que ainda existem algumas remanescentes, mas vamos conversar com eles para resolver isso porque não é tão simples tirar tudo de uma vez. De qualquer forma, é uma vitória que, pela primeira vez, o Google tenha se animado a retirar as fotos sem uma determinação judicial”, afirmou o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, ao site Veja.com.

Entre as ocorrências regulares do site de buscas, vários resultados prometem as fotos, mas não entregam. No lugar do arquivo para download, não é raro encontrar um aviso de que as fotos foram retiradas após solicitação. Kakay afirma que, apesar de as fotos ainda estarem no ar, não deve mais entrar com a ação contra o Google, uma vez que a empresa já sinalizou positivamente ao apelo para banir as imagens.

O Google divulgou nota esclarecendo que, para remover as fotos, é preciso entrar em contato com cada um dos sites que divulgam as fotos: "O Google vem a público esclarecer que não interfere em seus resultados de busca. O mecanismo de busca do Google é um indexador, ou seja, uma ferramenta que procura conteúdos disponíveis na Internet. Para que um conteúdo não apareça na busca do Google, é necessário entrar em contato com o site que hospeda esse conteúdo e solicitar sua remoção", diz o comunicado.

Funcionária vai depor

Uma funcionária de Carolina Dieckmann, para quem a atriz doou um celular, será chamada para depor nos próximos dias. Essa é a nova frente de investigação da polícia do Rio, que não descartou nenhuma hipótese. Técnicos dizem que, mesmo que a atriz tenha apagado as imagens do celular, seria possível recuperá-las. A polícia pediu ao Ministério Público do Rio quebra de sigilo telefônico e de dados de informática. O órgão disse que avalia o caso.

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