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Freixo alerta para a 'banalidade do mal'

"Muitas mãos invisíveis estão sujas de sangue. De apresentadores de TV que pregam o moralismo do extermínio a autoridades que a cada assassinato cometido pelo Estado repetem: não vamos recuar. De políticos que se alimentam eleitoralmente de cadáveres aos cidadãos de bem que aplaudem justiçamentos", diz deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ)

"Muitas mãos invisíveis estão sujas de sangue. De apresentadores de TV que pregam o moralismo do extermínio a autoridades que a cada assassinato cometido pelo Estado repetem: não vamos recuar. De políticos que se alimentam eleitoralmente de cadáveres aos cidadãos de bem que aplaudem justiçamentos", diz deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) (Foto: Roberta Namour)

247 – O deputado Marcelo Fraixo (PSOL-RJ) chama atenção para a ‘banalidade do mal’ ao citar a execução do jovem Eduardo Felipe Santos pela polícia.

“Muitas mãos invisíveis estão sujas de sangue. De apresentadores de TV que pregam o moralismo do extermínio a autoridades que a cada assassinato cometido pelo Estado repetem: não vamos recuar. De políticos que se alimentam eleitoralmente de cadáveres aos cidadãos de bem que aplaudem justiçamentos”, diz.

“A sociedade que trata a violência como ritual de redenção coletiva, ao dar à polícia o direito de decidir sobre a vida e a morte, está condenada à barbárie. Ela faz da sua história um cortejo fúnebre”, acrescenta (leia aqui).