Freixo: defender a democracia não significa salvaguardar governo

“Não se afasta uma presidente legitimamente eleita porque seu governo é ruim e a maioria da população o desaprova. Isso criaria um precedente perigoso cujas consequências atingirão o sistema democrático. O impeachment é uma ruptura grave e precisa de sólida base jurídica”, diz o deputado Marcelo Freixo; segundo ele, defender o regime democrático não significa salvaguardar governos, mas pelejar por instituições fortes e pela preservação dos ritos e garantias constitucionais

“Não se afasta uma presidente legitimamente eleita porque seu governo é ruim e a maioria da população o desaprova. Isso criaria um precedente perigoso cujas consequências atingirão o sistema democrático. O impeachment é uma ruptura grave e precisa de sólida base jurídica”, diz o deputado Marcelo Freixo; segundo ele, defender o regime democrático não significa salvaguardar governos, mas pelejar por instituições fortes e pela preservação dos ritos e garantias constitucionais
“Não se afasta uma presidente legitimamente eleita porque seu governo é ruim e a maioria da população o desaprova. Isso criaria um precedente perigoso cujas consequências atingirão o sistema democrático. O impeachment é uma ruptura grave e precisa de sólida base jurídica”, diz o deputado Marcelo Freixo; segundo ele, defender o regime democrático não significa salvaguardar governos, mas pelejar por instituições fortes e pela preservação dos ritos e garantias constitucionais (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o deputado Marcelo Freixo, defender o regime democrático não significa salvaguardar governos, mas pelejar por instituições fortes e pela preservação dos ritos e garantias constitucionais.

“Não se afasta uma presidente legitimamente eleita porque seu governo é ruim e a maioria da população o desaprova. Isso criaria um precedente perigoso cujas consequências atingirão o sistema democrático. O impeachment é uma ruptura grave e precisa de sólida base jurídica”, diz.

Ele ressalta que a pauta do combate à corrupção não pertence à direita ou à esquerda. “Não podemos permitir que o cinismo moralista e o oportunismo ético nos impeçam de ver que o problema da corrupção no Brasil é estrutural, sistêmico e histórico. Ele está no governo, na oposição, no Congresso e no Judiciário”, completa (leia aqui).

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