Galo confirma ter participado de incêndio na estátua do Borba Gato e diz que objetivo era “abrir o debate”

Líder dos entregadores, que teve prisão temporária decretada, afirmou que “em nenhum momento aquele ato foi feito pra machucar alguém ou querer causar pânico na sociedade, o intuito era abrir o debate e agora podem decidir se querem uma estátua que homenageia um genocida e abusador de mulheres” (vídeo)

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(Foto: Reprodução)


247 - O líder dos entregadores de aplicativos, Paulo Lima, conhecido como ‘Paulo Galo’, falou a jornalistas em frente ao 11º Distrito Policial (DP) de Santo Amaro nesta quarta-feira (28) e confirmou fazer parte do grupo Revolução Periférica, que no último sábado (24) assumiu a autoria do incêndio da estátua do Borba Gato, na zona sul de São Paulo.

Galo, que teve prisão temporária decretada, afirmou que “em nenhum momento aquele ato foi feito pra machucar alguém ou querer causar pânico na sociedade, o intuito era abrir o debate e agora podem decidir se querem uma estátua que homenageia um genocida e abusador de mulheres”.

Além dele, Danilo Oliveira (Biu) e a esposa de Galo, Gessica, também compareceram de forma espontânea para auxiliar nas investigações e assumir sua participação no ato. Gessica também teve prisão temporária decretada contra ela, apesar de não estar presente no dia da ação.

Confira abaixo o vídeo com sua entrevista e a seguir a nota divulgada em suas redes sociais:

NOTA À IMPRENSA 

Paulo (Galo) Lima se apresentou nesta quarta-feira, dia 28, por volta das 13h, no 11º Distrito Policial de Santo Amaro, em São Paulo, onde é investigado o incêndio contra a estátua de Borba Gato, ocorrido no último sábado, dia 24.

A decisão que decretou a temporária saiu momentos após ele ter se apresentado. O mandado de busca e apreensão para a residência de Paulo havia sido expedido para o local errado e Paulo apresentou seu endereço correto, autorizando e possibilitando a entrada em sua residência para possíveis buscas.

Além dele, Danilo Oliveira (Biu), compareceu de forma espontânea para auxiliar nas investigações e assumir sua participação no ato.

"Para aqueles que dizem que a gente precisa ir por meios democráticos, o objetivo do ato foi abrir o debate. Agora, as pessoas decidem se elas querem uma estátua de 13 metros de altura de um genocida e abusador de mulheres", comentou Paulo na ocasião.

A esposa de Galo, Gessica, também esteve presente para colaborar com as investigações e foi surpreendida com a expedição de mandado de prisão temporária em seu desfavor. 

Gessica sequer estava presente no ato político do dia 24/07 e tem uma filha de 3 anos de idade com Paulo, também detido nesta data. 

A equipe jurídica do escritório Jacob e Lozano acompanha o andamento do processo e pode dar um novo depoimento em breve.

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