Garotinho atribui sua prisão a ‘perseguição desde que denunciou Cabral’

Preso na manhã desta quarta-feira (22), o ex-governador do Rio Anthony Garotinho afirmou em nota que sua detenção é "mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo (de Sérgio) Cabral na Assembleia Legislativa". Garotinho diz ainda que "nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum"; o ex-chefe do executivo fluminense disse que a operação da qual foi alvo não tem "relação alguma com a Lava-Jato"

Preso na manhã desta quarta-feira (22), o ex-governador do Rio Anthony Garotinho afirmou em nota que sua detenção é "mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo (de Sérgio) Cabral na Assembleia Legislativa". Garotinho diz ainda que "nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum"; o ex-chefe do executivo fluminense disse que a operação da qual foi alvo não tem "relação alguma com a Lava-Jato"
Preso na manhã desta quarta-feira (22), o ex-governador do Rio Anthony Garotinho afirmou em nota que sua detenção é "mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo (de Sérgio) Cabral na Assembleia Legislativa". Garotinho diz ainda que "nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum"; o ex-chefe do executivo fluminense disse que a operação da qual foi alvo não tem "relação alguma com a Lava-Jato" (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - Preso na manhã desta quarta-feira (22), o ex-governador do Rio Anthony Garotinho afirmou em nota que sua detenção é "mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo (de Sérgio) Cabral na Assembleia Legislativa". Garotinho diz ainda que "nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum". O ex-chefe do executivo fluminense disse que a operação da qual foi alvo não tem "relação alguma com a Lava-Jato".

A ex-governadora Rosinha Garotinho também foi presa na mesma operação que o marido. Eles são acusados de integrarem uma organização criminosa que arrecadava dinheiro de forma ilícita com empresários para financiar as próprias campanhas eleitorais e a de aliados, inclusive mediante extorsão. Outras seis pessoas são alvo da operação.

O delator Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da JBS, afirmou à PF no Rio no dia 24 de agosto que repassou R$ 2,6 milhões, via caixa dois, à campanha de Garotinho ao governo estadual em 2014. De acordo com o dirigente, os recursos faziam parte de um montante de R$ 20 milhões usado pela empresa para comprar o apoio do PR ao PT na eleição de 2014. A verba seria uma "poupança" referente a benefícios irregulares conquistados pela empresa, como linhas de crédito no BNDES.

Garotinho e Rosinha também são acusados de  lavagem de dinheiro, corrupção passiva, extorsão, e pelo crime eleitoral de omitir doações nas prestações de contas.

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