Garotinho vai para cela em quartel dos Bombeiros

O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) foi levado para uma cela dentro do quartel do Corpo de Bombeiros, no bairro Humaitá, na zona sul da capital fluminense; a decisão foi tomada por determinação da Justiça, informou a Defesa Civil; ele foi encaminhado até o local em uma viatura da Polícia Federal, depois de passar por exames no Instituto Médico Legal (IML)

O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) foi levado para uma cela dentro do quartel do Corpo de Bombeiros, no bairro Humaitá, na zona sul da capital fluminense; a decisão foi tomada por determinação da Justiça, informou a Defesa Civil; ele foi encaminhado até o local em uma viatura da Polícia Federal, depois de passar por exames no Instituto Médico Legal (IML)
O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) foi levado para uma cela dentro do quartel do Corpo de Bombeiros, no bairro Humaitá, na zona sul da capital fluminense; a decisão foi tomada por determinação da Justiça, informou a Defesa Civil; ele foi encaminhado até o local em uma viatura da Polícia Federal, depois de passar por exames no Instituto Médico Legal (IML) (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) foi levado para uma cela dentro do quartel do Corpo de Bombeiros, no bairro Humaitá, na zona sul da capital fluminense. A decisão foi tomada por determinação da Justiça, informou a Defesa Civil. Ele foi encaminhado até o local em uma viatura da Polícia Federal, depois de passar por exames no Instituto Médico Legal (IML).

A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio informou que é de responsabilidade da Justiça e da Polícia Federal a escolha do local onde Garotinho ficaria preso, de acordo com informação publicada pela Agência Estado.

A ex-governadora Rosinha Garotinho também foi presa na mesma operação que o marido. Eles são acusados de integrarem uma organização criminosa que arrecadava dinheiro de forma ilícita com empresários para financiar as próprias campanhas eleitorais e a de aliados, inclusive mediante extorsão. Outras seis pessoas são alvo da operação.

O casal também é acusado de lavagem de dinheiro, corrupção passiva, extorsão, e pelo crime eleitoral de omitir doações nas prestações de contas.

Em nota, o ex-governador afirmou que sua prisão é "mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo (de Sérgio) Cabral na Assembleia Legislativa".

Garotinho disse que "nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum". O ex-chefe do executivo fluminense disse que a operação da qual foi alvo não tem "relação alguma com a Lava-Jato".

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