Glauber Braga reafirma: Moro é um juiz ladrão

Após afirmar a poucos metros de Sérgio Moro que o ministro da Justiça é um "juiz ladrão", o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) foi notificado pelo Conselho de Ética da Câmara, mas é taxativo: "Recebo com a certeza de que ele tem que ser arquivado. Não retiro uma palavra do que eu disse na Comissão de Constituição e Justiça, de que Moro é um juiz ladrão"

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(Foto: LUIS MACEDO - CÂMARA)


247 - O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) reafirma a acusação de que o ministro Sérgio Moro (Justiça) é um "juiz ladrão", expressão usada pelo parlamentar no começo de julho, quando o ex-juiz foi a Câmara falar sobre as irregularidades da Operação Lava Jato que vêm sendo reveladas pelo site Intercept Brasil. 

Na ocasião, o parlamentar disse: "O senhor vai estar nos livros de história como um juiz que se corrompeu, como um juiz ladrão!". O Conselho de Ética da Casa notificou o congressista há uma semana. 

"Recebo com a certeza de que ele tem que ser arquivado. Não retiro uma palavra do que eu disse na Comissão de Constituição e Justiça, de que Moro é um juiz ladrão. Estou apresentando a minha certeza baseada em duas teses jurídicas. A primeira é a da imunidade parlamentar. A segunda, se eles não arquivarem, é a exceção da verdade, pois quem fala a verdade não merece castigo", disse Braga ao Portal Uol

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"Se necessário for, se houver continuidade nesse processo, eu vou pedir a utilização de todos os meios de provas disponíveis, inclusive a chamada das oito testemunhas a que tenho direito no Conselho de Ética. Já pedi ao presidente do conselho que prepare equipamentos e tecnologia para quem por ventura esteja fora do Brasil e possa vir a dar depoimento também como testemunha. Pode ser que tenhamos testemunhas que não estão no Brasil", complementou.

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De acordo com o deputado, "alguém pode perguntar: um magistrado que se comporta parcialmente em um processo e recebe uma recompensa está cometendo crimes? Sim, inclusive o crime de corrupção". "Mas podemos falar da associação com agentes públicos para o cometimento de crimes. Tudo isso pode ser inserido no momento em que as provas forem encaminhadas para o Conselho de Ética".

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