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Hospital e instituto têm dificuldade em atender demanda do Rio

A Comissão Exterior da Câmara dos Deputados, voltada para fiscalizar os hospitais federais, esteve nas unidades Lagoa e Laranjeiras (Instituto Nacional de Cardiologia); foi constatado grande falta de profissionais médicos e de enfermagem, e congelamento do orçamento, o que inviabiliza o aumento nos atendimentos do estado; no Lagoa, a direção da unidade informou que muitos pacientes do hospital são atendidos via mandado judicial da defensoria pública, sem passar pela regulação do sistema SISREG, e que a falta de recursos é o maior problema para receber essa demanda de forma “natural”

A Comissão Exterior da Câmara dos Deputados, voltada para fiscalizar os hospitais federais, esteve nas unidades Lagoa e Laranjeiras (Instituto Nacional de Cardiologia); foi constatado grande falta de profissionais médicos e de enfermagem, e congelamento do orçamento, o que inviabiliza o aumento nos atendimentos do estado; no Lagoa, a direção da unidade informou que muitos pacientes do hospital são atendidos via mandado judicial da defensoria pública, sem passar pela regulação do sistema SISREG, e que a falta de recursos é o maior problema para receber essa demanda de forma “natural” (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - A Comissão Exterior da Câmara dos Deputados, voltada para fiscalizar os hospitais federais, esteve nesta segunda-feira (10) nas unidades Lagoa e Laranjeiras (Instituto Nacional de Cardiologia). Foi constatado grande falta de profissionais médicos e de enfermagem, e congelamento do orçamento, o que inviabiliza o aumento nos atendimentos do estado.

No Lagoa, a direção da unidade informou que muitos pacientes do hospital são atendidos via mandado judicial da defensoria pública, sem passar pela regulação do sistema SISREG, e que a falta de recursos é o maior problema para receber essa demanda de forma “natural”. O hospital poderia trabalhar com 260 leitos, mas sem profissionais e recursos, opera com 216.

No INC, em Laranjeiras, a integração com a esfera estadual é nula, o que dificulta na captação de órgãos. A unidade é referência no transplante de corações do estado, mas a equipe atua sozinha neste tipo de serviço. Há uma estrutura no Instituto para ensino e pesquisa, mas não está sendo usada.

Estiveram presentes os deputados Jandira Feghali (PCdoB/RJ), Chico D’Angelo (PT/RJ), Hugo Leal (PSB/RJ) e Celso Pansera (PMDB/RJ).