Justiça retoma audiência sobre caso Amarildo

Retomada nesta tarde a audiência sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo da Silva, no dia 14 de julho de 2013; juíza Daniella Alvarez, da 35ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, continua ouvindo os depoimentos das testemunhas de acusação, iniciado no dia 20 de fevereiro

Retomada nesta tarde a audiência sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo da Silva, no dia 14 de julho de 2013; juíza Daniella Alvarez, da 35ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, continua ouvindo os depoimentos das testemunhas de acusação, iniciado no dia 20 de fevereiro
Retomada nesta tarde a audiência sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo da Silva, no dia 14 de julho de 2013; juíza Daniella Alvarez, da 35ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, continua ouvindo os depoimentos das testemunhas de acusação, iniciado no dia 20 de fevereiro (Foto: Gisele Federicce)
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Akemi Nitahara - Repórter da Agência Brasil

Foi retomada na tarde de hoje (12) a audiência sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo da Silva, no dia 14 de julho de 2013. A juíza Daniella Alvarez, da 35ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, continua ouvindo os depoimentos das testemunhas de acusação, iniciado no dia 20 de fevereiro.

A audiência começou por volta das 14h45. A primeira testemunha a depor é o soldado Alan Jardim, que exercia a função de tesoureiro na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha no dia do desaparecimento de Amarildo. Ao todo, são 20 testemunhas de acusação, entre policiais civis e militares e a viúva de Amarildo, Elisabete Gomes da Silva.

A imprensa não foi autorizada a acompanhar a sessão. Antes de entrar, Elisabete disse que não vai desistir de encontrar os restos mortais de Amarildo.

"Estou esperando que seja justo, que eles entendam que eles têm que falar onde estão os ossos do meu marido para que eu possa enterrá-lo com dignidade. Eu não vou desistir, meus filhos, ninguém da família vai desistir".

Na primeira audiência, foram ouvidos o delegado Rivaldo Barbosa, diretor da Divisão de Homicídios; a delegada Ellen Souto e o inspetor de polícia Rafael Rangel.

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