Lava Jato: Polícia implode esquema em Furnas e atinge operador de Aécio

Em desdobramento da Operação Lava Jato, batizado como Barão Gatuno, a Polícia Civil do Rio de Janeiro mirou o esquema de corrupção em Furnas, que vem desde o governo Fernando Henrique Cardoso, quando o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) nomeou Dimas Toledo como diretor da estatal; há dois mandados de condução coercitiva e um deles é contra Dimas Toledo, que era acusado de pagar um mensalão a deputados da chamada "lista de Furnas"; a operação foi deflagrada a partir da delação do ex-senador Delcídio Amaral e complica ainda mais a situação de Aécio, que tem um pedido de prisão prestes a ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal

Em desdobramento da Operação Lava Jato, batizado como Barão Gatuno, a Polícia Civil do Rio de Janeiro mirou o esquema de corrupção em Furnas, que vem desde o governo Fernando Henrique Cardoso, quando o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) nomeou Dimas Toledo como diretor da estatal; há dois mandados de condução coercitiva e um deles é contra Dimas Toledo, que era acusado de pagar um mensalão a deputados da chamada "lista de Furnas"; a operação foi deflagrada a partir da delação do ex-senador Delcídio Amaral e complica ainda mais a situação de Aécio, que tem um pedido de prisão prestes a ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal
Em desdobramento da Operação Lava Jato, batizado como Barão Gatuno, a Polícia Civil do Rio de Janeiro mirou o esquema de corrupção em Furnas, que vem desde o governo Fernando Henrique Cardoso, quando o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) nomeou Dimas Toledo como diretor da estatal; há dois mandados de condução coercitiva e um deles é contra Dimas Toledo, que era acusado de pagar um mensalão a deputados da chamada "lista de Furnas"; a operação foi deflagrada a partir da delação do ex-senador Delcídio Amaral e complica ainda mais a situação de Aécio, que tem um pedido de prisão prestes a ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal (Foto: Leonardo Attuch)

Rio 247 – Em ação policial, batizada como Barão Gatuno, a Polícia Civil do Rio de Janeiro mirou o esquema de corrupção em Furnas, que vem desde o governo Fernando Henrique Cardoso, quando o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) nomeou Dimas Toledo como diretor da estatal.

Há dois mandados de condução coercitiva e um deles é contra Dimas Toledo, que era acusado de pagar um mensalão a deputados da chamada "lista de Furnas".

A operação foi deflagrada a partir da delação do ex-senador Delcídio Amaral e complica ainda mais a situação de Aécio, que tem um pedido de prisão prestes a ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal.

Ainda estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão na sede da empresa, em Botafogo, e em outros endereços. Outros oito mandados de busca e apreensão são cumpridos em São Paulo. A operação é um desdobramento da Lava-Jato, a partir da delação de Delcídio Amaral. 

No Rio, a ação é coordenada pela Delegacia Fazendária (Delfaz). A ação tem o apoio de 15 delegacias do DGPE, da Coordenadoria de Combate à Corrupção do Laboratório de Tecnologia e Lavagem de Dinheiro da PCERJ e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

 

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