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Sudeste

MP pede absolvição de 2 jovens que confessaram morte de médico, no Rio

O Ministério Público solicitou a condenação do primeiro adolescente apreendido, de 16 anos, e a absolvição dos dois últimos, de 15 e 17 anos, pela morte do médico Jaime Gold, esfaqueado no dia 19 de maio durante um assalto na lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio; a decisão causou surpresa, pois o primeiro adolescente sempre negou o crime, enquanto os outros dois confessaram o assassinato e inocentaram o primeiro, afirmando que ele não participou do latrocínio (roubo seguido de morte)

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O Ministério Público solicitou a condenação do primeiro adolescente apreendido, de 16 anos, e a absolvição dos dois últimos, de 15 e 17 anos, pela morte do médico Jaime Gold, esfaqueado no dia 19 de maio durante um assalto na lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio; a decisão causou surpresa, pois o primeiro adolescente sempre negou o crime, enquanto os outros dois confessaram o assassinato e inocentaram o primeiro, afirmando que ele não participou do latrocínio (roubo seguido de morte) (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O Ministério Público solicitou nessa quarta-feira (17) a condenação do primeiro adolescente apreendido, de 16 anos, e a absolvição dos dois últimos, de 15 e 17 anos, pela morte do médico Jaime Gold, esfaqueado no dia 19 de maio durante um assalto na lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio.

A decisão causou surpresa, pois o primeiro adolescente sempre negou o crime, enquanto os outros dois confessaram o assassinato e inocentaram o primeiro, afirmando que ele não participou do latrocínio (roubo seguido de morte).

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"É uma situação que nunca vi na minha vida. Esperamos a sentença. A única coisa que liga o adolescente ao fato é uma testemunha", disse Alberto Júnior, um dos advogados de defesa do primeiro adolescente. A juíza Michelle Gouvêa Pestana, da Vara da Infância e da Juventude, vai proferir sentença a sentença no prazo de até dez dias.

Segundo os promotores Luciana Benisti e Renato Lisboa, as confissões dos jovens de 15 e 17 anos não comprovam a participação deles no crime. Durante a audiência desta quarta, eles não foram reconhecidos pela única testemunha ocular do caso, um frentista de 28 anos. Já o primeiro adolescente foi reconhecido por esse rapaz, de acordo com o defensor público Fábio Schwartz.

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"A confissão deles não se harmonizou com as provas. O que os adolescentes dizem que fizeram não é corroborado com a principal testemunha", disse o defensor.

De acordo com o advogado do primeiro jovem, Djefferson Amadeus, o frentista afirmou nesta quarta que o autor das facadas era branco. "O frentista diz de forma clara que quem deu a facada foi o branco, o mais claro. O mais claro está lá", disse, referindo-se ao terceiro jovem.

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Todos os suspeitos estão detidos, sob os cuidados do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). Os advogados de defesa do primeiro adolescente apreendido impetraram, na quarta-feira, habeas corpus em favor do jovem, mas foi negado pela desembargadora Denise Vaccari, da 5ª Câmara Criminal do TJ-RJ.

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