MP prende ex-deputado Silas Bento e o filho por “rachadinha” no RJ

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro prendeu o ex-deputado estadual do Rio, Silas Bento, e o filho dele, Vanderson Bento, no âmbito de uma operação que apura um esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

O MPRJ informou que instaurou inquérito civil para investigar a segurança nas escolas que ficam em regiões de conflitos na capital; o anúncio veio após a morte da menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, baleada dentro da Escola Municipal Jornalista Escritor Daniel Piza, na Pavuna, durante confronto entre policiais e suspeitos, no último dia 30; segundo o MPRJ, no dia seguinte à morte de Maria Eduarda, cerca de 12 mil estudantes ficaram sem aulas, o que acontece com frequência em algumas regiões da cidade
O MPRJ informou que instaurou inquérito civil para investigar a segurança nas escolas que ficam em regiões de conflitos na capital; o anúncio veio após a morte da menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, baleada dentro da Escola Municipal Jornalista Escritor Daniel Piza, na Pavuna, durante confronto entre policiais e suspeitos, no último dia 30; segundo o MPRJ, no dia seguinte à morte de Maria Eduarda, cerca de 12 mil estudantes ficaram sem aulas, o que acontece com frequência em algumas regiões da cidade (Foto: Leonardo Lucena)
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247 – O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), prendeu o ex-deputado estadual do Rio, Silas Bento (PSDB), e o filho dele, Vanderson Bento (PTB), na manhã desta sexta-feira (23), no âmbito de uma operação que apura um esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A reportagem é do portal G1.

Silas Bento, que é réu por associação criminosa, peculato, extorsão e lavagem de dinheiro, teria embolsado a maior parto do salário de uma servidora por dois anos, aponta a denúncia do MP. Vanderson, que é candidato a vereador, vai responder pelos mesmos crimes, exceto lavagem de dinheiro, acrescenta a reportagem. 

A servidora disse que recebeu cerca de R$ 250 mil de salário, do dinheiro da Alerj, ao longo de dois anos. No entanto, a investigação do MPRJ revelou que 80% do montante foi devolvido ao até então deputado no esquema. 

As prisões aconteceram em Cabo Frio.

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