MP-SP vai tratar caso Paraisópolis como homicídio, dizem deputados após encontro com promotor

O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, disse que designou uma promotora do júri para acompanhar a investigação sobre as nove mortes em Paraisópolis (SP). O Comitê Paulista por Memória, Verdade e Justiça (CPMVJ) convocou uma reunião, nesta terça-feira (3)

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247 - O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, informou durante encontro com parlamentares e com entidades nesta segunda-feira (2) que designou uma promotora do júri para acompanhar a investigação sobre as nove mortes em Paraisópolis (SP). De acordo com deputados, a iniciativa mostra que o caso será tratado como investigação de homicídio. A informação é da coluna de Mônica Bergamo. 

Pelo menos nove pessoas morreram pisoteadas na madrugada deste domingo (1º) em um baile funk na favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo. As vítimas foram pisoteadas após uma "ação de controle de distúrbios civis", para dispersão do baile, feita pela Polícia Militar usando "munições químicas".

O Comitê Paulista por Memória, Verdade e Justiça (CPMVJ) convocou uma reunião, nesta terça-feira (3). A entidade espera contar ativistas e com entidades ligadas aos direitos humanos a participarem do encontro de “articulação, resistência e denúncia contra o Estado genocida”, conforme o diz convite.



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