Mulher de embaixador grego confessa participação no crime

A esposa do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, Françoise de Souza Oliveira, confessou nesta sexta-feira sua participação na morte do marido; a polícia já pediu à Justiça a prisão de Fronçoise, do policial militar Sérgio Gomes Moreira Filho e de um dos dois cúmplices, Eduardo Tedeschi, amigo do PM; a polícia acredita que o assassinato de Amiridis tenha acontecido na casa da sala do casal, em Nova Iguaçu; para a polícia, Françoise é a mandante do crime e o PM, o executor

A esposa do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, Françoise de Souza Oliveira, confessou nesta sexta-feira sua participação na morte do marido; a polícia já pediu à Justiça a prisão de Fronçoise, do policial militar Sérgio Gomes Moreira Filho e de um dos dois cúmplices, Eduardo Tedeschi, amigo do PM; a polícia acredita que o assassinato de Amiridis tenha acontecido na casa da sala do casal, em Nova Iguaçu; para a polícia, Françoise é a mandante do crime e o PM, o executor
A esposa do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, Françoise de Souza Oliveira, confessou nesta sexta-feira sua participação na morte do marido; a polícia já pediu à Justiça a prisão de Fronçoise, do policial militar Sérgio Gomes Moreira Filho e de um dos dois cúmplices, Eduardo Tedeschi, amigo do PM; a polícia acredita que o assassinato de Amiridis tenha acontecido na casa da sala do casal, em Nova Iguaçu; para a polícia, Françoise é a mandante do crime e o PM, o executor (Foto: Romulo Faro)
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Rio 247 - A esposa do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, Françoise de Souza Oliveira, confessou nesta sexta-feira sua participação na morte do marido.

A polícia já pediu à Justiça a prisão de Fronçoise, do policial militar Sérgio Gomes Moreira Filho e de um dos dois cúmplices, Eduardo Tedeschi, amigo do PM. O outro suspeito de participar do crime é um primo de Sérgio Moreira.

A polícia acredita que o assassinato de Amiridis tenha acontecido na casa da sala do casal, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Não houve barulhos de tiros, o que pode levar a crer que o diplomata foi morto a facadas. Para a polícia, Françoise é a mandante do crime e o PM, o executor.

Segundo os investigadores, tanto Françoise quanto o PM confessaram que os dois tinham um caso.

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