No segundo dia do desfile no Rio, ratos correndo com malas de dinheiro

O Carnaval  de 2018 ficará marcado por forte crítica social e política; no domingo, a Mangueira e a Paraíso do Tuiuti, que criticou o governo Temer, deram o tom das apresentações; já na segunda (12), a Beija-Flor levou à avenida um Congresso com ratos e a Mangueira colocou um boneco de Judas em um carro alegórico em alusão ao prefeito do Rio, Marcelo Crivella

O Carnaval  de 2018 ficará marcado por forte crítica social e política; no domingo, a Mangueira e a Paraíso do Tuiuti, que criticou o governo Temer, deram o tom das apresentações; já na segunda (12), a Beija-Flor levou à avenida um Congresso com ratos e a Mangueira colocou um boneco de Judas em um carro alegórico em alusão ao prefeito do Rio, Marcelo Crivella
O Carnaval  de 2018 ficará marcado por forte crítica social e política; no domingo, a Mangueira e a Paraíso do Tuiuti, que criticou o governo Temer, deram o tom das apresentações; já na segunda (12), a Beija-Flor levou à avenida um Congresso com ratos e a Mangueira colocou um boneco de Judas em um carro alegórico em alusão ao prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Foto: Charles Nisz)

Rio 247 - O Carnaval  de 2018 ficará marcado por forte crítica social e política. No domingo, a Mangueira e a Paraíso do Tuiuti, que criticou o governo Temer, deram o tom das apresentações. Já na segunda, a Beija-Flor levou à avenida um Congresso com ratos. Além disso, retratou a cena em que o ex-governador Sérgio Cabral, preso em desdobramentos da Operação Lava Jato, celebra a gastança com dinheiro público com guardanapos na cabeça em um restaurante em Paris. O episódio ficou conhecido como farra dos guardanapos.

Com o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar – Os filhos abandonados da pátria que os pariu”, interpretado por Neguinho da Beija-Flor, a escola apostou em um desfile de impacto. Para isso,  mostrou os efeitos da corrupção sobre os mais pobres: crianças em caixões, policiais mortos e até uma encenação de um aluno disparando tiros em colegas. Havia também referências a políticos corruptos com malas de dinheiro e cédulas mal escondidas em ternos.

Há aves de rapina no poder!”, registra a escola de samba, que fez referência ao prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), sem citar seu nome. Na segunda (12), a Prefeitura do Rio emitiu nota para lamentar a “falta de respeito e ofensa gratuita”, após a Mangueira ter colocado um boneco de Judas em um carro alegórico em alusão ao prefeito.

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