Padrinho de filha de Barata, Gilmar se justifica: 'casamento não durou 6 meses'

Ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou a necessidade de se declarar suspeito do julgamento do habeas corpus que libertou o empresário de ônibus Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes do Rio de Janeiro (Fetranspor), Lélis Teixeira; Gilmar e sua esposa, Guiomar Mendes, foram foram padrinhos de casamento da filha de Jacob Barata Filho com um sobrinho de Guiomar, em 2013; segundo a assessoria de imprensa do ministro, o casamento "não durou nem seis meses". Pelas regras de suspeição, um juiz não pode atuar em processo por motivo de foro íntimo – que poderia ser, por exemplo, por amizade ou inimizade em relação a uma das partes envolvidas

Ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou a necessidade de se declarar suspeito do julgamento do habeas corpus que libertou o empresário de ônibus Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes do Rio de Janeiro (Fetranspor), Lélis Teixeira; Gilmar e sua esposa, Guiomar Mendes, foram foram padrinhos de casamento da filha de Jacob Barata Filho com um sobrinho de Guiomar, em 2013; segundo a assessoria de imprensa do ministro, o casamento "não durou nem seis meses". Pelas regras de suspeição, um juiz não pode atuar em processo por motivo de foro íntimo – que poderia ser, por exemplo, por amizade ou inimizade em relação a uma das partes envolvidas
Ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou a necessidade de se declarar suspeito do julgamento do habeas corpus que libertou o empresário de ônibus Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes do Rio de Janeiro (Fetranspor), Lélis Teixeira; Gilmar e sua esposa, Guiomar Mendes, foram foram padrinhos de casamento da filha de Jacob Barata Filho com um sobrinho de Guiomar, em 2013; segundo a assessoria de imprensa do ministro, o casamento "não durou nem seis meses". Pelas regras de suspeição, um juiz não pode atuar em processo por motivo de foro íntimo – que poderia ser, por exemplo, por amizade ou inimizade em relação a uma das partes envolvidas (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nessa quinta-feira, 17, a necessidade de se declarar suspeito do julgamento do habeas corpus que libertou o empresário de ônibus Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), Lélis Teixeira.

Gilmar e sua esposa, Guiomar Mendes, foram foram padrinhos de casamento da filha de Jacob Barata Filho com um sobrinho de Guiomar, em 2013.

Segundo a assessoria de imprensa do ministro, o casamento "não durou nem seis meses". Pelas regras de suspeição, um juiz não pode atuar em processo por motivo de foro íntimo – que poderia ser, por exemplo, por amizade ou inimizade em relação a uma das partes envolvidas.

O MPF no Rio de Janeiro relacionou links de reportagens mostrando fotos do ministro ao lado de Beatriz Barata, filha do empresário, de quem Gilmar foi padrinho de casamento. O pedido foi encaminhado a Rodrigo Janot em 25 de julho. 

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