Paes: ação contra União foi constrangedora

Após entrar com ação judicial contra União, prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PMDB) disse que fará acordo sobre pagamento de dívida do município: "Eu acho que não precisava de estresse, a gente precisa conversar e eu estou aqui para ajudar nessa conversa. Para mim é constrangedor entrar com ação na Justiça contra o governo federal que eu apoio, contra uma pessoa que eu tenho carinho, tenho gratidão", disse

Após entrar com ação judicial contra União, prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PMDB) disse que fará acordo sobre pagamento de dívida do município: "Eu acho que não precisava de estresse, a gente precisa conversar e eu estou aqui para ajudar nessa conversa. Para mim é constrangedor entrar com ação na Justiça contra o governo federal que eu apoio, contra uma pessoa que eu tenho carinho, tenho gratidão", disse
Após entrar com ação judicial contra União, prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PMDB) disse que fará acordo sobre pagamento de dívida do município: "Eu acho que não precisava de estresse, a gente precisa conversar e eu estou aqui para ajudar nessa conversa. Para mim é constrangedor entrar com ação na Justiça contra o governo federal que eu apoio, contra uma pessoa que eu tenho carinho, tenho gratidão", disse (Foto: Roberta Namour)

247 - O prefeito Eduardo Paes (PMDB) lamentou a medida judicial que moveu contra a União para garantir o pagamento da dívida do município.

"Eu acho que não precisava de estresse, a gente precisa conversar e eu estou aqui para ajudar nessa conversa. Desde o primeiro dia que eu comecei a tratar deste tema [negociação da dívida com a União] eu tentei um acordo. Nunca quis entrar com ação nenhuma na Justiça. Para mim é constrangedor entrar com ação na Justiça contra o governo federal que eu apoio, contra uma pessoa que eu tenho carinho, tenho gratidão", disse Eduardo Paes, durante inauguração, na Zona Oeste do Rio.

Na semana passada, a Prefeitura do Rio depositou R$ 29 milhões para quitar a dívida, depois da 30ª Vara Federal conceder liminar que permitia que o município quitasse seus compromissos pelas novas regras da Lei Complementar 148, aprovada em novembro do ano passado.

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