Pezão diz que acusação de Costa é "estapafúrdia"

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), qualificou como "estapafúrdio" o depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa que disse, em seu depoimento de delação premiada, ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa 2 da campanha do peemedebista; Pezão afirmou, ainda, que respeita a decisão da Procuradoria Geral da República de abrir inquérito contra ele, mas que as investigações irão provar que a acusação é "falsa"

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), qualificou como "estapafúrdio" o depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa que disse, em seu depoimento de delação premiada, ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa 2 da campanha do peemedebista; Pezão afirmou, ainda, que respeita a decisão da Procuradoria Geral da República de abrir inquérito contra ele, mas que as investigações irão provar que a acusação é "falsa"
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), qualificou como "estapafúrdio" o depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa que disse, em seu depoimento de delação premiada, ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa 2 da campanha do peemedebista; Pezão afirmou, ainda, que respeita a decisão da Procuradoria Geral da República de abrir inquérito contra ele, mas que as investigações irão provar que a acusação é "falsa" (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), qualificou como "estapafúrdio" o depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa que disse, em seu depoimento de delação premiada, que teria arrecadado R$ 30 milhões para o caixa 2 da campanha do peemedebista. Pezão afirmou, ainda, que respeita a decisão da Procuradoria Geral da República de abrir inquérito contra ele, mas que as investigações irão provar que a acusação é "falsa".

Segundo o ex-diretor da Petrobras, ele teria arrecado R$ 30 milhões junto a empresas do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em 2010, para o caixa 2 da campanha de reeleição do então governador Sérgio Cabral (PMDB). Na época Pezão era o vice de Cabral. O pagamento teria sido acertado junto a Cabral, Pezão e ao então chefe da Casa Civil estadual, Regis Fichtner.

"Estou à disposição da Justiça, só quero ser ouvido. É preciso ver como foi dada essa declaração (de Paulo Roberto Costa). Eu era vice do Sérgio (Sérgio Cabral), ele (Costa) fala que eu participei de uma conversa que nunca existiu. Nós três não tivemos essa conversa. Falar em R$ 30 milhões para caixa 2 de campanha é estapafúrdio", afirmou Pezão.

Para o governador o ônus da prova cabe a quem acusa. "Isso é uma coisa muito vaga. Dizer que pagou sem dizer quando foi, como foi, para quem foi. Tenho a consciência tranquila de que nunca tivemos essa conversa. Não teve caixa 2, a campanha inteira não custou R$ 30 milhões", disparou. "As empresas vão ser ouvidas. Meu sigilo está à disposição, só tenho uma conta bancária. Minha declaração de bens é pública", completou o peemedebista.

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