PF cumpre sexta fase da Operação Lava Jato no Rio

Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano; objetivo é recolher documentos de 12 empresas vinculadas a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, considerado suspeito de receber propina do doleiro Alberto Youssef para facilitar negócios na estatal

Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano; objetivo é recolher documentos de 12 empresas vinculadas a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, considerado suspeito de receber propina do doleiro Alberto Youssef para facilitar negócios na estatal
Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano; objetivo é recolher documentos de 12 empresas vinculadas a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, considerado suspeito de receber propina do doleiro Alberto Youssef para facilitar negócios na estatal (Foto: Gisele Federicce)
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Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (22) 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano. A ação faz parte da sexta fase da operação.

Todos os mandados estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro. As medidas foram requeridas à 13ª Vara Federal de Curitiba pelos integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal, em conjunto com a PF. O mandado de condução coercitiva é para que a pessoa seja ouvida em depoimento, mas não presa. Depois de ser ouvida, ela é liberada imediatamente.

A Operação Lava Jato tem por objetivo desarticular organizações criminosas envolvidas em esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar R$ 10 bilhões em diversos estados. O principal envolvido é o doleiro paranaense Alberto Youssef, mas depois outros nomes foram surgindo, como o do ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele é considerado suspeito de receber propina de Youssef para facilitar negócios na estatal.

De acordo com a Polícia Federal, o ex-diretor da Petrobras cumpre prisão preventiva desde 11 de junho em presídio do Paraná, expedida para prevenir o risco de fuga.

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