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PM é acusada de lançar bombas com data raspada ao reprimir manifestação na Alesp

A deputada estadual Monica Seixas (PSOL) acusa a PM de São Paulo de lançar bombas com datas de fabricação e de validade riscadas ao reprimir com abuso os manifestantes que se opunham à reforma da Previdência dos servidores estaduais paulistas

PM é acusada de lançar bombas com data raspada ao reprimir manifestação na Alesp (Foto: Equipe Monica Seixas)

247 - A deputada estadual  Monica Seixas (PSOL) acusa a PM de São Paulo de lançar bombas com datas de fabricação e de validade riscadas ao reprimir com abuso os manifestantes que se opunham à  reforma da Previdência dos servidores estaduais paulistas. 

Segundo informações do Portal UOL, ela afirma que sua equipe recolheu um saco de bombas com as informações raspadas e o entregou ao deputado Cauê Macris (PSDB), presidente da Alesp.

Entenda

Com 59 votos favoráveis e 32 contrários, a base do governo João Doria (PSDB) aprovou nesta terça-feira 3 a reforma da Previdência que é alvo de protesto de servidores em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

A Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo reage com violência à manifestação de servidores estaduais que tentavam acompanhar a votação. Os policiais usaram bombas de gás, balas de borracha e spray de pimenta contra os manifestantes em frente ao Legislativo.