Polícia descobre celular do motorista do carro usado no crime de Marielle

As ligações telefônicas e trocas de mensagens feitas por alguns vereadores da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro no dia do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes estão sendo investigadas pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil; após a identificação do número de celular do motorista do carro usado no crime, os investigadores conseguiram na Justiça a quebra do sigilo de outros aparelhos, inclusive de vereadores

As ligações telefônicas e trocas de mensagens feitas por alguns vereadores da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro no dia do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes estão sendo investigadas pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil; após a identificação do número de celular do motorista do carro usado no crime, os investigadores conseguiram na Justiça a quebra do sigilo de outros aparelhos, inclusive de vereadores
As ligações telefônicas e trocas de mensagens feitas por alguns vereadores da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro no dia do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes estão sendo investigadas pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil; após a identificação do número de celular do motorista do carro usado no crime, os investigadores conseguiram na Justiça a quebra do sigilo de outros aparelhos, inclusive de vereadores (Foto: Leonardo Lucena)

Sérgio Ramalho, Intercept Brasil - As ligações telefônicas e trocas de mensagens feitas por alguns vereadores da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro no dia do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes estão sendo investigadas pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil. Após a identificação do número de celular do motorista do carro usado no crime, os investigadores conseguiram na Justiça a quebra do sigilo de outros aparelhos, inclusive de vereadores, para apurar algum possível contato nas horas próximas à execução.

Ao todo, oito vereadores já foram ouvidos pela polícia, todos, porém, na condição de testemunhas. Nesta quinta-feira, Jair Barbosa Tavares, o Zico Bacana (PHS), prestou depoimento para explicar o motivo da visita em seu gabinete, no sétimo andar da Câmara Municipal, de três homens horas antes do crime – entre eles, um ex-PM indiciado na CPI das Milícias na qual Marielle trabalhou.

Leia a íntegra 

Ao vivo na TV 247 Youtube 247