Policiais do Choque deixam cerco e se juntam a manifestantes

Dois PMs do Batalhão de Choque deixaram o cerco à Assembleia Legislativa do Rio durante protesto de servidores contra o pacote de austeridade do governo estadual; os dois soldados então se juntaram aos policiais que participavam da manifestação; em vídeo divulgado nas redes sociais, os militares são ovacionados por ativistas: "Parabéns, guerreiro", diz um; "Boa, Choque", diz outro; assista

Dois PMs do Batalhão de Choque deixaram o cerco à Assembleia Legislativa do Rio durante protesto de servidores contra o pacote de austeridade do governo estadual; os dois soldados então se juntaram aos policiais que participavam da manifestação; em vídeo divulgado nas redes sociais, os militares são ovacionados por ativistas: "Parabéns, guerreiro", diz um; "Boa, Choque", diz outro; assista
Dois PMs do Batalhão de Choque deixaram o cerco à Assembleia Legislativa do Rio durante protesto de servidores contra o pacote de austeridade do governo estadual; os dois soldados então se juntaram aos policiais que participavam da manifestação; em vídeo divulgado nas redes sociais, os militares são ovacionados por ativistas: "Parabéns, guerreiro", diz um; "Boa, Choque", diz outro; assista (Foto: José Barbacena)

Rio 247 - Dois policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar deixaram o cerco à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro nesta tarde durante protesto de servidores contra o pacote de austeridade do governo estadual.

Os dois soldados então se juntaram aos policiais que participavam da manifestação e foram ovacionados.

"Não queremos mais participar disso", teria dito um deles após a corporação soltar bombas contra servidores, segundo o autor do vídeo, Julio Trindade. É possível ouvir um estampido no início das imagens. Nelas, os militares são ovacionados por ativistas que os acompanharam. "Parabéns, guerreiro", diz um. "Boa, Choque", diz outro.

O vídeo foi compartilhado no Facebook e já tem milhares de visualizações. A manifestação era contrária aos projetos apresentados pelo governo de Luiz Fernando Pezão (PMDB) e havia até doações de alimentos a servidores e pensionistas que passam por dificuldades financeiras em meio ao atraso de salários.

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