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Políticos detonam a Enel, empresa que cortou empregados e deixou os paulistas na escuridão

A lentidão da resposta da Enel vem levantando chamados contra as privatizações que assolam os serviços básicos do país

Enel (Foto: Reuters/Flavio Lo Scalzo)

247 - Políticos da esquerda paulista detonaram a Enel, que informou neste domingo (5) que 1,1 milhão de pessoas continuam sem energia elétrica somente em sua área de fornecimento, após um temporal devastador na última sexta-feira afetar a eletricidade. As fortes chuvas deixaram seis mortos, segundo a Defesa Civil.

A lentidão da resposta da Enel vem levantando chamados contra as privatizações que assolam os serviços básicos do país. A italiana Enel comprou a antiga Eletropaulo em 2018. Apesar de ter prometido investimentos na ordem dos bilhões à época, a realidade é outra: cortou 36% dos empregados desde 2019 e a fiação subterrânea foi aplicada em raras áreas de São Paulo.

Políticos de esquerda se revoltaram contra a situação. Eles destacam que não se pode esperar nada da Enel, uma vez que é uma empresa privada. Eles buscam formas de punir a empresa por deixar os paulistanos na escuridão. Veja: