Poucas mulheres e corte de gastos marcam próxima gestão da Câmara do Rio

As mulheres ainda não conseguiram o espaço que almejam na política carioca; dos 51 vereadores eleitos para o mandato de 2017 a 2020, apenas sete mulheres conseguiram uma cadeira na Casa; entre os eleitos, apenas 18 estão no primeiro mandato, como é o caso da vereadora Marielle Franco, do PSOL, que ao tomar posse no primeiro dia de 2017 alertou para a importância de se garantir cada vez mais representatividade das mulheres na Câmara

As mulheres ainda não conseguiram o espaço que almejam na política carioca; dos 51 vereadores eleitos para o mandato de 2017 a 2020, apenas sete mulheres conseguiram uma cadeira na Casa; entre os eleitos, apenas 18 estão no primeiro mandato, como é o caso da vereadora Marielle Franco, do PSOL, que ao tomar posse no primeiro dia de 2017 alertou para a importância de se garantir cada vez mais representatividade das mulheres na Câmara
As mulheres ainda não conseguiram o espaço que almejam na política carioca; dos 51 vereadores eleitos para o mandato de 2017 a 2020, apenas sete mulheres conseguiram uma cadeira na Casa; entre os eleitos, apenas 18 estão no primeiro mandato, como é o caso da vereadora Marielle Franco, do PSOL, que ao tomar posse no primeiro dia de 2017 alertou para a importância de se garantir cada vez mais representatividade das mulheres na Câmara (Foto: Romulo Faro)

Sputnik - As mulheres ainda não conseguiram o espaço que almejam na política carioca. Dos 51 vereadores eleitos para o mandato de 2017 a 2020 e que tomaram posse no primeiro dia do ano, apenas sete mulheres conseguiram uma cadeira na Casa.

Entre os eleitos, apenas 18 estão no primeiro mandato, como é o caso da vereadora Marielle Franco, do PSOL, que ao tomar posse no primeiro dia de 2017 alertou para a importância de se garantir cada vez mais representatividade das mulheres na Câmara dos Vereadores.

"Nós somos sete mulheres, apenas uma é negra. Eu não sei ainda o debate em termos de origem das demais vereadoras, mas mesmo que atenda esse lugar da vereança em termos das suas origens, falta representatividade, falta a identificação do povo com essas pessoas. Esse contato é o que falta numa Casa que tem que estar aberta para o povo sempre e não só em dia de celebração", afirmou Marielle.

Já para o vereador mais votado no Rio nas últimas eleições, Carlos Bolsonaro (PSC), o grande desafio para a legislação desse mandato no Rio será o corte de gastos para driblar a crise no estado. "Há um sentimento forte nas ruas de que, não só o Legislativo como o Executivo, há a necessidade de se enxugar os gastos da máquina pública. Eu acredito que essa tenha que ser a prioridade na Câmara dos Vereadores este ano."

Durante a cerimônia de posse neste domingo (1), os parlamentares também elegeram a mesa diretora que comandará os trabalhos da casa pelos próximos dois anos. O Vereador Jorge Felippe, (PMDB) foi reeleito, com 45 votos para a presidência da Câmara do Rio.

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