Tabata ataca greve histórica dos metroviários e acusa movimento de “politiqueiro”
Ao contrário de Boulos e Ricardo Nunes, a deputada havia ficado em silêncio nesta terça, em meio às paralisações na capital paulista contra o projeto de privatizações de Tarcísio
247 - A pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Tabata Amaral (PSB-SP), criticou a greve unificada desta terça-feira (3), entre metroviários, ferroviários e trabalhadores da Sabesp, que se mobilizaram contra o projeto de privatizações do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e, entre outras ações, paralisaram as linhas do metrô e da CPTM na capital paulista.
A deputada federal havia ficado em silêncio nas redes sociais acerca das mobilizações de ontem, enquanto seus concorrentes à prefeitura, Guilherme Boulos (PSOL-SP) e Ricardo Nunes (MDB) - o atual prefeito -, tomaram lados opostos no debate. Boulos criticou Tarcísio, afirmando que "a intransigência do Governo de SP foi a grande responsável" pelas paralisações, enquanto Nunes reprovou a greve, chamando-a de "ideológica" e "lamentável". >>> Camila Lisboa rebate tentativas de criminalizar greve dos metroviários: "a ditadura já terminou"
Questionada pela CNN Brasil sobre seu silêncio em relação às mobilizações, Tabata respondeu: "não tenho o menor receio em me posicionar, mas quando isso vem para agregar, e não para ganhar like. Um tuíte meu ontem não mudaria nada". >>> Tabata e Datena discutem possível chapa para Prefeitura de SP
A deputada, então, expressou sua opinião acerca da greve, chamando o movimento de 'politiqueiro': "a greve foi um tiro no pé. Esse é um instrumento muito importante para ser banalizado. As greves são legítimas, mas usá-las assim por motivos politiqueiros diminui a força das lutas dos trabalhadores". >>> Parte de teto de estação privatizada do metrô desaba após chuva em SP (vídeo)
