Prefeito de Nova Iguaçu promete decretar estado de calamidade financeira

O novo prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PR), afirmou que decretará estado de calamidade financeiras nas contas do executivo municipal, que fica na Baixada Fluminense; ele, no entanto, prometeu pagar os salários atrasados de novembro e o 13º salário dos servidores; em grave crise econômica, o Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a decretar estado de calamidade financeira e deve entrar em 2017 com um rombo previsto de R$ 19,3 bilhões  

O novo prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PR), afirmou que decretará estado de calamidade financeiras nas contas do executivo municipal, que fica na Baixada Fluminense; ele, no entanto, prometeu pagar os salários atrasados de novembro e o 13º salário dos servidores; em grave crise econômica, o Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a decretar estado de calamidade financeira e deve entrar em 2017 com um rombo previsto de R$ 19,3 bilhões
 
O novo prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PR), afirmou que decretará estado de calamidade financeiras nas contas do executivo municipal, que fica na Baixada Fluminense; ele, no entanto, prometeu pagar os salários atrasados de novembro e o 13º salário dos servidores; em grave crise econômica, o Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a decretar estado de calamidade financeira e deve entrar em 2017 com um rombo previsto de R$ 19,3 bilhões   (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O novo prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PR), afirmou, nesse domingo (1), que decretará estado de calamidade financeiras nas contas do executivo municipal. Ele, no entanto, prometeu pagar os salários atrasados de novembro e o 13º salário dos servidores.

Sobre o Hospital da Posse, Lisboa anunciou que notificará o Ministério da Saúde, dando 90 dias para o governo federal repassar verbas para a unidade.

O novo prefeito foi eleito com 63,91% votos (238.081) , contra 36,09% votos (134.422) do seu adversário, Nelson Bornier. Ele assumiu o cargo de prefeito em cerimônia na Câmara Municipal no último domingo (1º).

Crise

Em grave crise econômica, o Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a decretar estado de calamidade financeira e deve entrar em 2017 com um rombo previsto de R$ 19,3 bilhões.

A dificuldade do estado e de seus municípios em honrar os compromissos de pagamentos e de investimentos é consequência da maior crise econômica da história do Brasil. Segundo estimativas oficiais, o PIB nacional deve ter recessão de 3,4%. O dado definitivo será divulgado pelo IBGE em março.

O índice de desemprego no País é recorde - 11,9% no trimestre encerrado em novembro, o que representa 12 milhões de desempregados, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal, divulgada pelo IBGE na quinta-feira (29).

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