Prefeito que entregou cidade a Deus integrou o DOI da ditadura

Josias Quinta, que foi reeleito prefeito de Santo Antônio de Pádua (RJ) serviu numa das unidades do Destacamento de Operações de Informações espalhadas pelo país; o DOI era o mais violento órgão de repressão política da ditadura; Quintal nega ter participado de atos de tortura; o prefeito já foi secretário de Segurança do Rio de Janeiro na gestão de Garotinho

Josias Quinta, que foi reeleito prefeito de Santo Antônio de Pádua (RJ) serviu numa das unidades do Destacamento de Operações de Informações espalhadas pelo país; o DOI era o mais violento órgão de repressão política da ditadura; Quintal nega ter participado de atos de tortura; o prefeito já foi secretário de Segurança do Rio de Janeiro na gestão de Garotinho
Josias Quinta, que foi reeleito prefeito de Santo Antônio de Pádua (RJ) serviu numa das unidades do Destacamento de Operações de Informações espalhadas pelo país; o DOI era o mais violento órgão de repressão política da ditadura; Quintal nega ter participado de atos de tortura; o prefeito já foi secretário de Segurança do Rio de Janeiro na gestão de Garotinho (Foto: José Barbacena)

Rio 247 - O prefeito reeleito de Santo Antônio de Pádua (RJ), Josias Quintal, foi um dos que entregaram a cidade a Deus, nesta primeira semana de mandato. O primeiro decreto dizia: ''Fica entregue a DEUS o destino do Governo deste Município no período de 1º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020″. 

O Blog do Mário Magalhães, no UOL, lembrou que Quintal é coronel reformado da Polícia Militar. Ele já secretário estadual de Segurança do Rio em dois períodos, nas administrações Rosinha e Anthony Garotinho.

Na década de 1970, oficial da PM, o prefeito serviu numa das unidades do Destacamento de Operações de Informações espalhadas pelo país. O DOI era o mais violento órgão de repressão política da ditadura. Quintal nega ter participado de atos de tortura.

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