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Presidente da Petrobras deve depor em CPI na Alerj

A CPI da Petrobras na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) deve convocar o presidente da estatal, Aldemir Bendine, para falar sobre investimentos que deixaram de ser feitos no Rio; a previsão é de que a convocação seja feita na volta do recesso parlamentar, em agosto, mas antes a presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Chambriard, será chamada para falar aos deputados; o relatório da CPI será entregue em setembro

A CPI da Petrobras na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) deve convocar o presidente da estatal, Aldemir Bendine, para falar sobre investimentos que deixaram de ser feitos no Rio; a previsão é de que a convocação seja feita na volta do recesso parlamentar, em agosto, mas antes a presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Chambriard, será chamada para falar aos deputados; o relatório da CPI será entregue em setembro (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) deve convocar o presidente da estatal, Aldemir Bendine, para falar sobre investimentos que deixaram de ser feitos no Rio. A previsão é de que a convocação seja feita na volta do recesso parlamentar, em agosto, mas antes a presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Chambriard, será chamada para falar aos deputados. O relatório da CPI será entregue em setembro.

A CPI da Petrobras na Alerj foi instalada em março e os membros da comissão decidiram que o esquema de corrupção em obras da estatal no Rio ou o envolvimento de autoridades do estado na Operação Lava-Jato não seriam investigados. Os deputados se propuseram a apurar somente as perdas econômicas, financeiras e sociais que o Estado do Rio sofreu nos últimos dez anos.

"A coisa ainda está meio devagar", afirmou um deputado da CPI da Petrobras na Alerj, segundo relato do jornal O Globo. O presidente da CPI, Edson Albertassi (PMDB), discordou.

Segundo o peemedebista, o dado que mais chama atenção até agora é da ANP, sobre os royalties de participação especial. Esse é um tributo pago por conta da exploração do petróleo, incidente apenas sobre grandes campos, por exemplo, das reservas do pré-sal.

"Temos um dado que nos preocupa. Essa apuração de royalties de participação especial, a meu ver, não é transparente. Quando lemos os dados, a gente percebe que desde 2008 há perdas. A ANP vai explicar o que aconteceu", disse.