Professores protestam em frente à casa de Dornelles

Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram um protesto em frente à casa do governador em exercício, Francisco Dornelles, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio; com notas de R$ 100 e R$ 50 falsas, além de cartazes, os servidores cobraram os salários atrasados; a categoria está em greve há mais de três meses e pede um encontro com o chefe do executivo; "Não tem arrego! Você tira o meu salário e eu tiro o seu sossego"", gritavam os professores

Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram um protesto em frente à casa do governador em exercício, Francisco Dornelles, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio; com notas de R$ 100 e R$ 50 falsas, além de cartazes, os servidores cobraram os salários atrasados; a categoria está em greve há mais de três meses e pede um encontro com o chefe do executivo; "Não tem arrego! Você tira o meu salário e eu tiro o seu sossego"", gritavam os professores
Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram um protesto em frente à casa do governador em exercício, Francisco Dornelles, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio; com notas de R$ 100 e R$ 50 falsas, além de cartazes, os servidores cobraram os salários atrasados; a categoria está em greve há mais de três meses e pede um encontro com o chefe do executivo; "Não tem arrego! Você tira o meu salário e eu tiro o seu sossego"", gritavam os professores (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram, na manhã desta quinta-feira (23), um protesto em frente à casa do governador em exercício, Francisco Dornelles, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio. Com notas de R$ 100 e R$ 50 falsas, além de cartazes, os servidores cobraram os salários atrasados. A categoria está em greve há mais de três meses e pede um encontro com o chefe do executivo.

A polícia foi chamada e precisou conter os manifestantes quando Dornelles deixou sua casa, de carro. "Não tem arrego! Você tira o meu salário e eu tiro o seu sossego"", gritavam os professores. Cinco viaturas do Batalhão de Choque foram chamadas.

Os manifestantes relataram que além dos servidores sem salário, 500 funcionários da limpeza foram mandados embora. 

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