Quase 15 horas após tiroteios na Rocinha, Crivella se pronuncia

Somente após 15 horas depois do início dos confrontos que deixaram pelo menos um ferido, fecharam a estrada Lagoa-Barra e causaram intervenção de tropas federais na comunidade da Rocinha, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, se manifestou; em nota, o prefeito diz que "acompanha a situação na comunidade e expressa solidariedade e tristeza pelos moradores que estão passando por dias difíceis"

Somente após 15 horas depois do início dos confrontos que deixaram pelo menos um ferido, fecharam a estrada Lagoa-Barra e causaram intervenção de tropas federais na comunidade da Rocinha, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, se manifestou; em nota, o prefeito diz que "acompanha a situação na comunidade e expressa solidariedade e tristeza pelos moradores que estão passando por dias difíceis"
Somente após 15 horas depois do início dos confrontos que deixaram pelo menos um ferido, fecharam a estrada Lagoa-Barra e causaram intervenção de tropas federais na comunidade da Rocinha, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, se manifestou; em nota, o prefeito diz que "acompanha a situação na comunidade e expressa solidariedade e tristeza pelos moradores que estão passando por dias difíceis" (Foto: Charles Nisz)

Rio 247 - Demorou quase 15 horas para que o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, se pronunciasse após os confrontos que deixaram pelo menos um ferido, fecharam a Autoestrada Lagoa-Barra por quatro horas e provocaram a convocação de homens das Forças Federais para atuar na Rocinha. Em nota, Crivella diz estar acompanhando a situação na comunidade, e reforça o pedido "para que as pessoas evitem circular nas áreas onde estiver ocorrendo ações dos militares".

"É com muita tristeza que o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, acompanha a situação de medo e insegurança provocada por traficantes de drogas, nessa sexta-feira, dia 22, na Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul. O prefeito se solidariza com os moradores que vivem na localidade e estão passando por dias extremamente difíceis", diz trecho da nota.

No comunicado, o prefeito afirma que a prefeitura não vai se eximir de combater a violência na cidade, ainda que a segurança pública seja responsbilidade do Governo do Estado. Crivella citou a criação do gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), além da mudança do perfil do Centro de Operações Rio (COR), como algumas das ações da prefeitura carioca neste sentido.

"A criação, em abril, do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) - que reúne todas as forças para trabalhar em conjunto - e o redirecionamento da atuação do COR são algumas das ações para que o município participe de forma efetiva, com suas devidas atribuições, com a segurança da cidade. Além disso, o prefeito já cobrou, em Brasília, a presença do Governo Federal nas ações de controle das rodovias, e também nas de apreensão de armas, principalmente fuzis", afirma o comunicado.

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