Rio tem operação contra trabalho escravo

Uma nova operação fiscal de combate ao trabalho escravo urbano e tráfico internacional de pessoas foi deflagrada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social; a ação será comandada por quatro equipes de auditores-fiscais do trabalho que serão acompanhados da PF, Procon, DPU (Defensoria Pública da União) como parte da nona fase da Operação Yulin; a operação recebeu este nome em deferência ao hábito dos chineses de utilizar carne de cães na culinária, pois na China há um polêmico festival em que mais de 10 mil cachorros são mortos para virar comida, em praça pública e por ter sido constatado o uso de carne irregular em um estabelecimento em Belford Roxo, na primeira fase de auditoria

Uma nova operação fiscal de combate ao trabalho escravo urbano e tráfico internacional de pessoas foi deflagrada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social; a ação será comandada por quatro equipes de auditores-fiscais do trabalho que serão acompanhados da PF, Procon, DPU (Defensoria Pública da União) como parte da nona fase da Operação Yulin; a operação recebeu este nome em deferência ao hábito dos chineses de utilizar carne de cães na culinária, pois na China há um polêmico festival em que mais de 10 mil cachorros são mortos para virar comida, em praça pública e por ter sido constatado o uso de carne irregular em um estabelecimento em Belford Roxo, na primeira fase de auditoria
Uma nova operação fiscal de combate ao trabalho escravo urbano e tráfico internacional de pessoas foi deflagrada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social; a ação será comandada por quatro equipes de auditores-fiscais do trabalho que serão acompanhados da PF, Procon, DPU (Defensoria Pública da União) como parte da nona fase da Operação Yulin; a operação recebeu este nome em deferência ao hábito dos chineses de utilizar carne de cães na culinária, pois na China há um polêmico festival em que mais de 10 mil cachorros são mortos para virar comida, em praça pública e por ter sido constatado o uso de carne irregular em um estabelecimento em Belford Roxo, na primeira fase de auditoria (Foto: Leonardo Lucena)

Jornal do Brasil - Uma nova operação fiscal de combate ao trabalho escravo urbano e tráfico internacional de pessoas foi deflagrada na terça-feira (22), pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social. A ação será comandada por quatro equipes de auditores-fiscais do trabalho que serão acompanhados da Polícia Federal, Procon, DPU (Defensoria Pública da União) como parte da nona fase da Operação Yulin.

A operação recebeu este nome em deferência ao hábito dos chineses de utilizar carne de cães na culinária, pois na China há um polêmico festival em que mais de 10 mil cachorros são mortos para virar comida, em praça pública e por ter sido constatado o uso de carne irregular em um estabelecimento em Belford Roxo, na primeira fase de auditoria.

Confira o histórico da operação:

Fase 1: YAN, empregado queimado com óleo quente e espancado numa pastelaria de Belford Roxo – empregador preso (no local foi encontrada carne de cachorro congelada);

Fase 2: SERVERDE – LIU MUSI, traficado com mais 5 meninos, chegou ao Brasil com 15 anos e aos 19, após ser resgatado, retornou à China;

Fase 3: SUMOL – três chineses em Copacabana, sem documentos nacionais, vistos, salários por 9 meses, dizem ter vindo do Mercado São Sebastião;

Fase 4: a maior parte dos CNPJs da operação tinha conexão com o caso do adolescente LIU MUSI, pois um dos empregadores era ZHOU JUNYANG, ou de sua mãe, ZHOU SICHANG, e pai, ZHOU ZONG FNA, que de acordo com as bases assentadas na JUCERJA, são proprietários de outros estabelecimentos. Considerando ainda que o Sr. ZHOU JUNYANG possui diversas empresas em copropriedade com o Sr. ZHOU JUNXIONG, também foram levantados outros CNPs. Total de 12 pastelarias auditadas.

Fase 5: DAN XIN – São Cristóvão – resgate de três trabalhadores.

Fase 6: WONG – resgate de um trabalhador em pastelaria de Belford Roxo;

Fase 7: Resgatados dois chineses numa Importadora (Rio do Ouro) e três numa lanchonete em Copacabana (Beleza do Forte);

Fase 8: Foram resgatados cinco trabalhadores em duas pastelarias na Vila da Penha;

Fase 9: Serão auditadas três áreas no Rio de Janeiro.

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