Sabesp oferece ao Rio volume morto de Paraibuna

Como forma de compensar a transposição prevista para a Bacia do Paraíba do Sul, governador Geraldo Alckmin (PSDB) quer criar reserva de 162 bilhões de litros de água para oferecer ao Rio de Janeiro; 'volume morto' funcionaria, na expectativa do governo estadual, como uma espécie de "fiador" no processo de aprovação da medida; objetivo é aumentar os níveis de garantia do Sistema Cantareira

Como forma de compensar a transposição prevista para a Bacia do Paraíba do Sul, governador Geraldo Alckmin (PSDB) quer criar reserva de 162 bilhões de litros de água para oferecer ao Rio de Janeiro; 'volume morto' funcionaria, na expectativa do governo estadual, como uma espécie de "fiador" no processo de aprovação da medida; objetivo é aumentar os níveis de garantia do Sistema Cantareira
Como forma de compensar a transposição prevista para a Bacia do Paraíba do Sul, governador Geraldo Alckmin (PSDB) quer criar reserva de 162 bilhões de litros de água para oferecer ao Rio de Janeiro; 'volume morto' funcionaria, na expectativa do governo estadual, como uma espécie de "fiador" no processo de aprovação da medida; objetivo é aumentar os níveis de garantia do Sistema Cantareira (Foto: Gisele Federicce)

247 – O governo do Estado de São Paulo quer compensar o Rio de Janeiro pela obra de transposição prevista para a Bacia do Paraíba do Sul. O projeto da Sabesp, avaliado em R$ 830 milhões, visa aumentar os níveis de garantia do Sistema Cantareira, da região metropolitana de São Paulo.

O objeto do governador Geraldo Alckmin (PSDB) é criar uma reserva de 162 bilhões de litros de água. O 'volume morto' funcionaria como uma espécie de "fiador" no processo de aprovação da medida que propõe a transposição, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

Caso seja aprovado pela Agência Nacional de Águas (ANA), a Sabesp deverá captar uma média de 5 mil litros de água por segundo do Rio Paraíba do Sul, que corta Minas Gerais e São Paulo e tem gestão federal.

Sua água é armazenada na Represa de Paraibuna, em São Paulo, onde ficaria o volume moro proposto por Alckmin. A reserva representaria, segundo a reportagem, "a soma dos litros por segundo que serão revertidos para o Cantareira ao longo de um ano de transposição entre os mananciais".

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